Um empresário de 49 anos foi morto a tiros na noite do último sábado (4) em frente a sua pastelaria em Goiânia, Goiás. O crime foi registrado por câmeras de segurança, que mostraram a vítima sendo surpreendida por dois homens em uma motocicleta.

Empresário é morto em frente a pastelaria, em Goiânia — Foto: Reprodução/TV Anhanguera
Empresário é morto em frente a pastelaria, em Goiânia — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Um empresário de 49 anos foi morto a tiros na noite do último sábado (4) em frente a sua pastelaria em Goiânia, Goiás. O crime foi registrado por câmeras de segurança, que mostraram a vítima sendo surpreendida por dois homens em uma motocicleta.

As imagens mostram Fabrício Brasil Lourenço em frente ao seu comércio, descartando dois sacos de lixo. Momentos depois, a dupla em uma moto se aproxima, efetua os disparos e foge rapidamente.

Após o crime, o Corpo de Bombeiros, a Polícia Militar e o Samu foram acionados. Os socorristas encontraram a vítima inconsciente e “alvejada por disparos de arma de fogo“. Os suspeitos ainda não foram identificados.

O delegado Vinicius Teles informou à TV Anhanguera que a investigação está em fase inicial, concentrada na identificação da motocicleta e na análise de vídeos e dados de fluxo de vias.

A polícia suspeita que o empresário poderia estar sendo ameaçado, pois ele havia se mudado e comprado um carro blindado. O delegado, contudo, destacou que a vítima não tinha envolvimento com a criminalidade: “A vítima não tinha nenhum problema com a Justiça, então ainda estamos tentando levantar de maneira concreta eventuais motivações”, afirmou Teles.

Local já foi palco de outro homicídio

O local já havia sido marcado por outro assassinato em abril de 2023. Na ocasião, o fisioterapeuta Adriano Oliveira Arantes foi morto a tiros dentro da mesma pastelaria. Imagens da época mostraram a vítima correndo para dentro do estabelecimento ao ser surpreendida por um atirador de capacete que a perseguiu.

A Polícia Civil não descarta a possibilidade de que os dois casos estejam conectados, mas o delegado ressaltou que, até o momento, não há elementos concretos que comprovem essa relação, apenas a similaridade na dinâmica dos crimes.

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