Empresário russo morre após infarto ao ouvir possível condenação por espancar namorada. Vítima sofreu graves lesões cerebrais e segue em recuperação com sequelas permanentes.
Um empresário de 41 anos morreu após passar mal ao ouvir que seria condenado por espancar a namorada na Rússia.

Vítima perdeu parte do crânio (Foto: Reprodução)
Dmitry Kuzmin sofreu um infarto fulminante no momento em que tomava conhecimento da possível pena de prisão, após ser acusado de tentativa de homicídio.
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Agressões contra a companheira
A vítima, a modelo Anzhelika Tartanova, de 33 anos, sofreu um ataque violento em 23 de novembro do ano passado. Ela teve traumatismo craniano grave, com perda de parte do crânio, além de danos cerebrais extensos e sequelas cognitivas permanentes.
Desde então, enfrenta uma recuperação lenta, com dificuldades motoras e na fala, e ainda deve passar por novos procedimentos médicos.
Suspeito teve contato com a vítima
Inicialmente, Dmitry acreditava que não seria condenado à prisão. Segundo informações divulgadas pela imprensa local, ele chegou a ser autorizado pela Justiça a visitar a vítima no hospital, apesar de ser apontado como autor das agressões.
O cenário mudou após o avanço das investigações, quando passou a responder por tentativa de homicídio.
Empresário sofreu mal súbito
Ao ser informado de que poderia cumprir pena de até oito anos de reclusão ou ser enviado para atuar na guerra na Ucrânia, iniciada em fevereiro de 2022, o empresário passou mal e morreu antes da conclusão do processo.
Dias antes do ataque, Anzhelika teria tido uma discussão com o namorado e deixou a residência onde vivia com ele. Após o crime, ela ficou desaparecida por cerca de duas semanas.
Registros dramáticos
De acordo com relatos, a modelo estava sem documentos quando foi encontrada e demorou alguns dias para conseguir informar sua identidade, o que permitiu o contato com familiares.
A vítima também relatou às autoridades que foi agredida por um conhecido dentro de seu apartamento, mas a perda de memória causada pelo ataque dificulta a confirmação sobre a identidade do agressor.
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