Uma briga em uma academia de Anápolis, Goiás, quase terminou em tragédia após uma ex-sogra tentar agredir a ex-nora com uma anilha, um peso de academia. O conflito começou com ofensas verbais e evoluiu para agressões físicas, até que outras pessoas interviram. A ex-nora registrou um boletim de ocorrência por lesão corporal dolosa e calúnia, após seu ex-marido, filho da agressora, postar uma versão falsa dos fatos nas redes sociais. O caso está sendo investigado pela polícia.
Um desentendimento entre uma ex-sogra e a ex-nora em uma academia de Anápolis, Goiás, quase terminou em tragédia. O conflito, que começou com insultos e agressões físicas, escalou quando a mulher mais velha tentou usar uma anilha como arma contra a mais nova. O caso ocorreu na tarde da última quarta-feira (28) e está sendo investigado pela Polícia Civil.
Confusão na academia
O incidente aconteceu por volta das 16h15 na Academia Hugo da Avenida Universitária, na Vila Santa Isabel. Segundo o boletim de ocorrência, a ex-nora estava treinando quando avistou a ex-sogra. A jovem tentou se aproximar para conversar, mas a ex-sogra reagiu de forma agressiva, proferindo xingamentos como “puta” e “vagabunda”, e ameaçando-a de morte.
A discussão verbal rapidamente se transformou em agressão física, com a mulher mais velha desferindo chutes. Em legítima defesa, a ex-nora revidou, puxando a perna da agressora e dando um tapa em seu rosto. O clímax do conflito foi quando a ex-sogra pegou uma anilha, com a clara intenção de agredir a ex-nora, mas foi impedida por outros frequentadores do local.
Investigação
Após ser contida, a ex-nora conseguiu deixar o local e acionou a Polícia Militar. O caso ganhou uma nova dimensão no dia seguinte, quando o ex-marido da vítima, filho da agressora, fez uma postagem em redes sociais com uma versão falsa dos fatos. Ele acusou a ex-mulher de agredir uma idosa e seu noivo, que não estava presente, de se envolver no conflito.
A ex-nora compareceu à delegacia para registrar a ocorrência, e o caso foi enquadrado como lesão corporal dolosa e calúnia. A investigação está a cargo do 5ª DP de Anápolis.