Uma estagiária da Polícia Civil de Naviraí, no Mato Grosso do Sul, é investigada por suspeita de repassar informações sigilosas da segunda fase da Operação Adsumus, que mira o tráfico de drogas e integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC).
Segundo a corporação, ela teria informado a irmã, uma advogada, que passou os dados ao irmão — responsável por divulgar o conteúdo em um grupo com membros da facção.
O vazamento, ocorrido no início de outubro, foi descoberto durante a análise do celular de um dos suspeitos, onde foram encontradas mensagens sobre a data da ação e o uso de um helicóptero. A Polícia Civil instaurou inquérito para apurar o caso e identificar todos os envolvidos.
Uma estagiária da Polícia Civil de Naviraí, no Mato Grosso do Sul, é alvo de investigação após ser suspeita de repassar informações confidenciais da segunda fase da Operação Adsumus, deflagrada para combater o tráfico de drogas e enfraquecer a atuação do Primeiro Comando da Capital (PCC) na região.
Segundo a corporação, a jovem teria comunicado detalhes da ação à irmã, que atua como advogada. A profissional, por sua vez, teria informado o irmão, responsável por divulgar os dados em um grupo de mensagens com membros ligados à facção criminosa.
O vazamento, ocorrido no início de outubro, revelou detalhes estratégicos da operação, como a data da ofensiva e o uso de um helicóptero. O irmão da estagiária, que já é investigado por envolvimento com o tráfico e é considerado “simpatizante” do PCC, é apontado como o principal responsável pela disseminação das informações.
Segunda fase da operação
A segunda fase da Operação Adsumus foi executada nesta terça-feira (14), com apoio da Delegacia de Atendimento à Mulher (DAM), e cumpriu três mandados de busca e apreensão em residências.
O vazamento foi identificado durante a perícia no celular de um dos investigados, onde os policiais encontraram mensagens contendo detalhes da ação.
A Polícia Civil instaurou inquérito para apurar a conduta dos envolvidos e determinar eventuais responsabilidades.
