A partir de 12 de outubro de 2025, a União Europeia iniciou a implementação do Sistema de Entrada/Saída (EES), marcando o fim dos tradicionais carimbos nos passaportes. A mudança afeta os 29 países do Espaço Schengen, incluindo destinos populares como Portugal, Espanha e França, e deve estar totalmente operacional até abril de 2026.
O novo sistema substitui o registro manual por um controle eletrônico automatizado, que coleta dados biométricos — como impressões digitais e fotografia facial — na primeira entrada de cada turista. Todas as entradas e saídas passam a ser registradas digitalmente, facilitando o monitoramento das estadias e agilizando futuras viagens ao bloco europeu.
A partir de 12 de outubro de 2025, a União Europeia iniciou a implementação do Sistema de Entrada/Saída (EES), marcando o fim dos tradicionais carimbos nos passaportes. A mudança afeta os 29 países do Espaço Schengen, incluindo destinos populares como Portugal, Espanha e França, e deve estar totalmente operacional até abril de 2026.
O novo sistema substitui o registro manual por um controle eletrônico automatizado, que coleta dados biométricos — como impressões digitais e fotografia facial — na primeira entrada de cada turista. Todas as entradas e saídas passam a ser registradas digitalmente, facilitando o monitoramento das estadias e agilizando futuras viagens ao bloco europeu.
Para os turistas, a mudança traz vantagens, como maior segurança e processos de imigração mais rápidos. No entanto, há impactos simbólicos: os tradicionais carimbos, que serviam de recordação das viagens, deixarão de existir. Especialistas recomendam que viajantes se informem sobre o funcionamento do EES para evitar contratempos nas próximas visitas à Europa.
A modernização dos controles fronteiriços reflete a prioridade da União Europeia em unir eficiência, segurança e tecnologia, preparando-se para receber milhões de turistas de forma mais ágil e segura.
Empresas aéreas como a Taag, de Angola, está orientando os passageiros a chegarem 5 horas antes do voo partindo da Europa. Já a Azul, colocou mais funcionários em aeroportos de Portugal, Espanha e França para ajudar os brasileiros a compreender melhor o novo sistema. Na semana passada, o aeroporto de Lisboa, registrou atrasos e filas gigantescas por conta da adaptação e informação do novo sistema.
Os viajantes continuarão obrigados a passar pela verificação de um agente de imigração, mesmo com a possibilidade de pré-cadastro. Os dados biométricos poderão ser coletados novamente durante esse processo, se necessário.
