Uma mulher identificada como Devyn Michaels, de 45 anos, conhecida por ser ex-atriz de filmes adultos, foi acusada de assassinar e decapitar o pai de seus filhos, Johnathan Willette, de 47 anos, no estado de Nevada (EUA). O crime, ocorrido em agosto de 2023, voltou a ganhar repercussão após o início do julgamento da acusada.
Uma mulher identificada como Devyn Michaels, de 45 anos, conhecida por ser ex-atriz de filmes adultos, foi acusada de assassinar e decapitar o pai de seus filhos, Johnathan Willette, de 47 anos, no estado de Nevada (EUA). O crime, ocorrido em agosto de 2023, voltou a ganhar repercussão após o início do julgamento da acusada.
De acordo com o Departamento de Polícia de Henderson, os agentes encontraram o corpo de Willette decapitado dentro de sua residência. A cabeça da vítima não foi localizada no local do crime. Segundo o relatório policial, o ambiente exalava um forte cheiro de produtos químicos e vapores saíam do corpo da vítima, o que chamou a atenção dos investigadores.
Durante o interrogatório, Michaels admitiu ter atingido a cabeça de Willette com um pedaço de madeira, o que o fez desmaiar. Questionada por um detetive se seria possível que tivesse matado o ex-marido sem se lembrar, ela respondeu que “era muito possível”, conforme consta no relatório.
Atualmente, Michaels está sendo julgada pelo homicídio, e o caso segue com versões conflitantes apresentadas no tribunal. O promotor-chefe adjunto do Condado de Clark, John Giordani, afirmou que a acusada teria matado Willette para começar uma nova vida com seus filhos e o marido, Deviere Willette, filho da própria vítima.
“Este é o futuro que ela imaginava e desejava. A única maneira de alcançá-lo era com John fora de cena”, declarou Giordani durante a audiência, segundo a emissora CBS 8.
A defesa, por sua vez, sustenta uma versão oposta. O advogado Robert Draskovich alegou que Deviere Willette seria o verdadeiro autor do crime, embora ele nunca tenha sido oficialmente nomeado como suspeito.
“Analisem as motivações e considerem-na inocente”, afirmou Draskovich ao júri.
Em 2024, Michaels chegou a firmar um acordo judicial, declarando-se culpada de homicídio em segundo grau, mas retirou a confissão meses depois.
“Eu sei que ninguém na família acredita na minha inocência, e eu entendo isso. Mas eu posso provar que sou inocente e não vou parar de lutar para isso”, declarou a acusada em depoimento anterior.
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