Kleber Atalla, conhecido como “Tiozão Chorão” ou “Tiozão da Hornet”, amigo e ex-motorista de Alexandre Magno Abrão, o Chorão, vocalista do Charlie Brown Jr., abriu o coração em uma entrevista recente ao podcast Volks R.O SUSPENSÕES Air Cooled. Durante o bate-papo, Atalla compartilhou detalhes emocionantes sobre o trágico momento em que encontrou o corpo do cantor, que faleceu em 6 de março de 2013.

Ex-motorista de Chorão revela detalhes de como encontrou corpo do cantor (Foto: Reprodução/Redes sociais)
Ex-motorista de Chorão revela detalhes de como encontrou corpo do cantor (Foto: Reprodução/Redes sociais)

Kleber Atalla, conhecido como “Tiozão Chorão” ou “Tiozão da Hornet”, amigo e ex-motorista de Alexandre Magno Abrão, o Chorão, vocalista do Charlie Brown Jr., abriu o coração em uma entrevista recente ao podcast Volks R.O SUSPENSÕES Air Cooled. Durante o bate-papo, Atalla compartilhou detalhes emocionantes sobre o trágico momento em que encontrou o corpo do cantor, que faleceu em 6 de março de 2013.

De acordo com Atalla, no dia em questão, Chorão havia saído de um hotel após ter causado um tumulto e se dirigiu para seu apartamento, que possuía uma porta blindada. A equipe do cantor conseguiu uma chave e, sem saber ao certo o que encontrar, invadiu o local. “Fui entrando, estava de noite ainda, tudo apagado. Quando acendi a luz, ele estava deitado no chão, numa poça de sangue. A primeira coisa que pensei foi: ‘Será que ele deu um tiro na cabeça?’, porque ele tinha um revólver“, relembra Atalla.

Ao verificar o corpo de Chorão, Atalla teve a certeza de que o cantor estava morto. “Pus a mão no cara e pensei ‘puta, o cara morreu’… Aí liguei pro advogado e falei: ‘O cara tá morto, tenho certeza’.”

Apesar do choque e da gravidade da situação, Atalla conta que a equipe decidiu não acionar o 190 imediatamente, optando por ir até a delegacia para relatar o ocorrido. “Lá dentro [na delegacia] é uma máfia, não sei quem escutou, mas já vazou para a imprensa. Quando viramos a esquina, já estava toda a imprensa lá“, revelou, lamentando a rapidez com que o caso foi divulgado para a mídia.

O “Tiozão” também detalhou o primeiro laudo indicava que Chorão poderia ter se envolvido em uma luta corporal antes de morrer. Esse relato levou à intervenção do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Atalla, que foi chamado para prestar depoimento, contou ainda que foi questionado sobre a possível relação com drogas. “Eu não levava droga pra ele, eu levava embora pra ele não usar mais“, explicou, ressaltando seu papel como amigo e não como facilitador do uso de substâncias ilícitas.

No entanto,  o laudo necroscópico do Instituto Médico-Legal (IML) revelou que Chorão faleceu em decorrência de uma overdose de cocaína. O exame toxicológico apontou a presença de 4,714 microgramas de cocaína por mililitro de sangue, sendo a causa da morte a “intoxicação exógena”. 

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