A ex-repórter Luana Domingos, conhecida como Luana Don, teve seu pedido de indenização por danos morais contra a emissora Band negado pela Justiça. A jornalista alegava ter tido sua imagem, honra e reputação gravemente prejudicadas após ser acusada injustamente de envolvimento com o Primeiro Comando da Capital (PCC).

Foto: Reprodução
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A ex-repórter Luana Domingos, conhecida como Luana Don, teve seu pedido de indenização por danos morais contra a emissora Band negado pela Justiça. A jornalista alegava ter tido sua imagem, honra e reputação gravemente prejudicadas após ser acusada injustamente de envolvimento com o Primeiro Comando da Capital (PCC).

Na época, chegou a ser divulgado que ela teria “usado os seios” para beneficiar a facção criminosa, informação que ganhou grande repercussão e se mostrou completamente infundada. Em 2023, Luana foi absolvida de todas as acusações, comprovando que não possuía qualquer ligação com o crime organizado.

Mesmo assim, a repórter decidiu processar a Band, alegando que a cobertura do caso havia contribuído para danos emocionais e profissionais irreversíveis, prejudicando sua carreira e sua vida pessoal. No processo, ela pedia uma indenização por danos morais como forma de reparação pela exposição sofrida.

O tribunal, entretanto, entendeu que a emissora atuou dentro dos limites da liberdade de imprensa e do direito à informação, ressaltando que o conteúdo divulgado estava baseado em fontes oficiais e de interesse público no contexto da época. O juiz destacou que não houve abuso ou má-fé por parte da Band e, por isso, negou o pedido de indenização.

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