Um trabalhador rural de Ilhéus, na Bahia, deu um relato exclusivo sobre o assassinato de Pedro Nascimento dos Santos, de 60 anos, por seu colega de trabalho, Luiz Teixeira de Oliveira. Segundo a testemunha, o suspeito, que matou a vítima a pauladas, comeu parte de seu cérebro e teria uma lista com oito outros nomes. O agressor está foragido e, de acordo com o relato, foi localizado e agredido por moradores, mas conseguiu escapar. O crime chocou a comunidade, que vive em apreensão.

Canibal de Ilhéus fugiu após o crime chocante na zona rural
Canibal de Ilhéus fugiu após o crime chocante na zona rural

O medo se espalhou na zona rural de Ilhéus após o crime brutal cometido por Luiz Teixeira de Oliveira, que matou o colega de trabalho Pedro Nascimento dos Santos, de 60 anos. Em entrevista exclusiva ao Bacci Notícias, o trabalhador rural David Souza Mendes revelou um detalhe que aumenta a tensão na comunidade: a suspeita de que o agressor teria outros alvos.

“O povo está mais apreensivo, das fazendas próximas. Ele disse que teria oito na lista dele. Segundo ele”, relatou David Souza Mendes.

Detalhes do assassinato

O crime ocorreu no primeiro dia de trabalho de Luiz Teixeira na Fazenda Baixinha. Segundo a polícia, os dois homens se desentenderam por motivos ainda desconhecidos, e Luiz atacou Pedro a pauladas. A agressão foi tão violenta que a massa encefálica da vítima ficou espalhada pelo chão.

Testemunhas relataram que, após o assassinato, o suspeito teria se aproximado do corpo e ingerido parte do cérebro da vítima, gritando que era canibal.

Amigo de canibal fez revelação chocante durante entrevista

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Tentativa de captura e a fuga

O criminoso fugiu para uma área de mata, e a polícia está realizando buscas intensivas na região. Segundo o relato exclusivo, ele foi avistado em um distrito vizinho. “Não apareceu, eu tive informações que estava em um distrito, deram uma surra, mas ele conseguiu escapar”, disse a testemunha. David descreveu o agressor como alguém que conhecia e que não tinha inimizade com ele.

“Ele tinha uma amizade comigo, não tinha nada contra a minha pessoa”. A polícia segue buscando pelo suspeito.

Investigação

O caso foi registrado como homicídio qualificado. O delegado André Aragão Lima, da 7ª Coorpin, informou que a versão de canibalismo não foi confirmada oficialmente, mas as investigações continuam para esclarecer a motivação do ataque e para a prisão do suspeito. A comunidade vive em alerta, temendo o retorno do agressor.

O crime chocou a todos, pois a região já foi perigosa, mas estava bem mais tranquila nos últimos tempos.

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