Em entrevista exclusiva ao portal Bacci Notícias, Arthur Borges detalha os momentos que antecederam a morte de Carlos Filhar e a mensagem de despedida recebida. O viúvo revela sofrer ameaças da família do influenciador, o que o impediu de prestar as últimas homenagens, e descreve sua rotina atual de isolamento e acompanhamento psicológico.
Dez dias após a morte de Carlos Filhar, Arthur Borges, viúvo do influenciador, abriu o coração em uma entrevista exclusiva ao portal Bacci Notícias.
Em um relato sensível, Arthur detalhou os últimos momentos de contato com o marido e explicou sua ausência no velório, revelando uma tensão familiar em meio ao luto.
O caso ganhou repercussão nacional quando Carlos Filhar publicou uma carta de despedida em seu perfil nas redes sociais pouco antes de ser encontrado sem vida.

O influenciador Carlos Filhar || Reprodução: Redes Sociais
No texto, o influenciador mencionou uma quebra de fidelidade por parte de Arthur, mas enfatizou que não guardava mágoas, pedindo que os seus seguidores não atacasse o companheiro. Mesmo diante da exposição, Filhar declarou que os dois anos vividos ao lado de Arthur foram os melhores de sua vida.
Durante a entrevista, Arthur Borges compartilhou qual foi o último contato direto que teve com o influenciador. Ele relembrou uma frase específica enviada por mensagem que, segundo ele, permanece gravada em sua memória.
“A frase “o dengo vai comigo” ele me enviou isso 12:29, instantes antes de fazer o que ele fez. Isso ecoa na minha cabeça ainda…” afirmou Arthur.

Carlos Filhar e Arthur Borges – Reprodução: Fotos cedidas ao portal Bacci Notícias
Ameaça da família
Um dos pontos que chamou atenção nas redes sociais foi a ausência de Arthur no velório de Carlos. O viúvo esclareceu que a ausência não aconteceu por falta de afeto, mas sim por impedimento da própria família de Filhar.
“Eu não compareci no velório porque fui ameaçado de morte pela família dele.” revelou Arthur, expondo a fragilidade das relações familiares após a morte do marido.
Assista o vídeo:
Dez dias depois
Atualmente, Arthur Borges vive em um estado de reclusão, tentando processar a perda e o impacto da exposição nas redes sociais diante ao caso.
“Eu ainda estou tentando entender tudo que tá acontecendo, a ficha tá caindo agora. Eu não saio da minha casa, eu não recebo ninguém, apenas a minha família está em contato comigo. Estou recebendo muitas mensagens de carinho e também tenho uma psicóloga me acompanhando.” disse Arthur.

Carlos Filhar e Arthur Borges – Reprodução: Fotos cedidas ao portal Bacci Notícias
*O suicídio pode ser prevenido. Saber reconhecer os sinais de alerta em si mesmo ou em alguém próximo a você pode ser o primeiro e mais importante passo. Por isso, fique atento se a pessoa demonstra comportamento suicida e procure ajudá-la com ajuda médica. Conte também com o CVV pelo telefone 188.
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