O humorista Fábio Porchat lançou uma esquete no Porta dos Fundos satirizando a condenação de Jair Bolsonaro a 27 anos e 3 meses de prisão pelo STF.
No vídeo, Porchat interpreta Mauro César, um fictício “gestor de crises” que liga para o ex-presidente e sugere, em tom de deboche, que ele encare a prisão como um “detox” ou “spa”, prevendo que sairia “mais magro e renovado”.
A paródia cita improvisos da vida carcerária, recomenda itens inusitados para a mala e menciona possíveis companheiros de cela, como Robinho, Suzane von Richthofen e Elize Matsunaga.
Também ironiza a relação de Bolsonaro com Donald Trump, com piadas sobre erros diplomáticos.
Com humor ácido, a produção transforma a condenação do ex-presidente em um retrato cômico de decadência política e isolamento.
O humorista Fábio Porchat (imagem reprodução) lançou um vídeo no canal Porta dos Fundos satirizando a recente condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro a 27 anos e 3 meses de prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
Na produção, Porchat vive Mauro César, um fictício “gestor de crises” que liga para Bolsonaro logo após o julgamento para dar conselhos inusitados sobre como enfrentar a cadeia.
https://www.instagram.com/reel/DOhElB8EZZp/?igsh=ZTVyMnZudzJwZXUy
Durante a conversa, o personagem propõe que o ex-presidente encare a prisão como um “detox” ou “um spa no interior de São Paulo”, sugerindo que ele sairia mais magro e renovado.
Em tom de deboche, chega a afirmar que Bolsonaro poderia “entrar com 70 e sair aos 97 no auge”.
Detalhes do vídeo
A sátira inclui referências a improvisos do cotidiano carcerário, como presidiários que preparam escondidinho de carne moída em fornos clandestinos e cobram cigarros como pagamento. Mauro César ainda recomenda que o político leve vaselina e livros de colorir para a prisão.
O roteiro menciona também personagens famosos do noticiário policial, como Robinho, Suzane von Richthofen e Elize Matsunaga, sugerindo que eles poderiam ser companheiros de cela de Bolsonaro no presídio de Tremembé.
Um detento fictício, Sandrão, é comparado ao presidente da Câmara, Arthur Lira, em alusão a suposta influência dentro da prisão.
Porchat amplia a ironia ao abordar a relação do ex-presidente com Donald Trump. O “gestor de crises” diz ter conversado com um assessor do republicano e com o senador Marco Rubio, mas comenta, em tom cômico, que “as bombas foram lançadas em Buenos Aires por engano”, numa crítica à diplomacia.
No encerramento, Mauro César avisa que precisa atender uma ligação de “Fux”, associando o ministro do STF ao ator Evandro Mesquita, e conclui a sátira com humor ácido. A produção transforma a condenação histórica de Bolsonaro em uma comédia que mistura política, prisão e irreverência.
