O irmão da empresária Rebeca de Sousa, assassinada a facadas em Águas Lindas de Goiás, desabafou nas redes sociais e afirmou que a irmã morreu por estar “no lugar errado, na hora errada”. Ele esclareceu que o crime não se trata de feminicídio, já que a motivação envolveu uma cobrança de dívida de drogas feita pelo suspeito contra outro irmão da vítima. O autor do crime continua foragido
O Portal Bacci Notícias segue acompanhando de perto a morte de Rebeca de Sousa, de 29 anos, que aconteceu na última sexta-feira (04). A empresária, dona de uma loja de açaí, foi brutalmente assassinada com uma facada em frente ao filho de apenas 4 anos na cidade de Águas Lindas de Goiás, que fica no Entorno do Distrito Federal.
De acordo com informações registradas no Boletim de Ocorrência, o suspeito teria ido até a casa da irmã de Rebeca para cobrar uma dívida relacionada ao tráfico de drogas supostamente contraída pelo irmão dela.

(Foto: Reprodução / Redes Sociais)
Desabafo do irmão
Após a recusa, uma nova discussão foi iniciada e, em seguida, o suspeito desferiu um golpe de faca no tórax de Rebeca. A empresária não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local do ataque.
O irmão da empresária, Rafael Sousa, usou as redes sociais para lamentar a morte da irmã e afirmou que ela perdeu a vida por estar “no lugar errado, na hora errada”. Além disso, ele descartou que ela tenha sido vítima de feminicídio.
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“Agradeço muito pelo carinho e todas as palavras de conforto para nossa família, porém não se configura o fato ocorrido como crime de feminicídio. Minha boneca só estava no lugar errado e na hora errada”, escreveu.
A irmã de Rebeca também publicou uma mensagem de despedida. “Muitas pessoas chegaram até mim falando coisas lindas de você. Você sempre trabalhou muito para conquistar suas coisinhas, cuidar dos seus filhinhos e da nossa família. O orgulho que sinto de você nunca vai passar”, escreveu.
Fuga do autor e buscas da polícia
O autor do crime fugiu com uma mulher, ambos moradores do mesmo prédio da vítima, segundo testemunhas. A área foi isolada até a chegada da perícia e do Instituto Médico-Legal (IML). Foram realizadas buscas na região, mas o suspeito ainda não foi localizado.
O caso segue sob investigação da Polícia Civil, que trabalha para identificar e prender os envolvidos e esclarecer todos os detalhes do crime.
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