A família da adolescente Tunchanok Donhomla, de 17 anos, voltou a falar publicamente sobre o assassinato que ganhou repercussão internacional. Em novas declarações, a madrasta da jovem fez um pedido às autoridades após a confissão do turista australiano preso pelo crime.
A família da adolescente Tunchanok Donhomla, de 17 anos, voltou a falar publicamente sobre o assassinato que ganhou repercussão internacional. Em novas declarações, a madrasta da jovem fez um pedido às autoridades após a confissão do turista australiano preso pelo crime.

Simon Peter Carman permanece preso enquanto aguarda julgamento. Foto: Reprodução.
O caso chamou atenção pela forma como o corpo da vítima foi encontrado e voltou aos holofotes depois das manifestações da família.
Família pede pena máxima para acusado
Segundo a madrasta da adolescente, Oradee Bussarakum, a família não acredita na versão apresentada pelo australiano Simon Peter Carman, que alegou ter agido em legítima defesa durante uma discussão.
Em entrevista à imprensa local, ela afirmou que deseja que o acusado receba a pena máxima caso seja condenado pela Justiça.
“Eu disse à polícia que quero que ele seja executado. Como mãe, não sei mais o que dizer. Só quero que ele seja executado”, declarou.
Crime ganhou repercussão internacional
Tunchanok Donhomla desapareceu após sair com o australiano, que morava havia cerca de oito meses na Tailândia. Dias depois, ele confessou o assassinato e indicou às autoridades onde havia escondido a mala com o corpo da jovem.
De acordo com a investigação, o suspeito afirmou que matou a adolescente após uma discussão envolvendo o pagamento de um programa sexual. A família, porém, contesta essa versão e afirma que pretende acompanhar todo o processo judicial.
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Segundo informações divulgadas pela polícia tailandesa e repercutidas pela imprensa local, este foi o terceiro caso semelhante registrado no país em menos de um ano envolvendo mulheres encontradas dentro de malas após serem mortas.
Madrasta diz que queria enfrentar suspeito
Além de pedir a condenação do australiano, Oradee revelou que chegou a perguntar aos policiais se poderia agredir o suspeito quando ele foi preso.
“Perguntei à polícia se eu podia bater nele. Eles disseram que não, porque eu teria que responder pelas consequências”, afirmou.
Dias após o desaparecimento, uma amiga da adolescente chegou a procurar Tunchanok no quarto ocupado pelo australiano. No local, encontrou roupas espalhadas e objetos revirados, mas a jovem já havia sido assassinada, segundo a investigação.
O australiano Simon Peter Carman permanece preso e deverá responder pelo assassinato da adolescente. A Justiça da Tailândia ainda não definiu a data do julgamento, enquanto a família da vítima acompanha o andamento do processo.
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