A Fifa alterou de última hora a relação de uniformes para a partida entre Brasil e Escócia pela Copa do Mundo, vetando o uso do polêmico conjunto vermelho pelos goleiros da Seleção Brasileira. Os arqueiros vestirão verde no duelo em Miami nesta sexta-feira (26). O uniforme vermelho havia gerado fortes debates políticos e repercussão nas redes sociais antes do mundial, levando a diretoria da CBF a descartar a cor como segundo uniforme de linha.
Apesar de sequer ter sido lançado, o uniforme de cor vermelha da Seleção Brasileira criou muita polêmica meses antes da Copa do Mundo e acabou sendo alterado para a cor azul. Mesmo assim, o Brasil não deixou de levar um kit da polêmica cor para o mundial.
O uniforme vermelho, que é diferente do que supostamente seria lançado para o mundial, é uma das opções de kit dos goleiros. A ideia da CBF era usá-lo no duelo contra a Escócia, nesta sexta-feira (26), às 19h (horário de Brasília), em Miami.

(Foto: Reprodução Fifa)
Veto da Fifa da cor vermelha
Porém, nos últimos dias, a FIFA atualizou a relação oficial de uniformes do confronto e determinou que os arqueiros brasileiros entrem em campo vestindo o tradicional conjunto verde.
A alteração chamou a atenção porque, anteriormente, a entidade havia divulgado que os goleiros do Brasil atuariam com camisa, calção e meiões vermelhos. Caso fosse mantida, a combinação marcaria a primeira vez que a Seleção utilizaria a cor em uma partida de Copa do Mundo. A Fifa, porém, não apresentou explicações para a mudança de última hora.
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Com a atualização, os jogadores de linha da equipe comandada por Carlo Ancelotti seguirão utilizando uma das formações mais conhecidas do uniforme brasileiro: camisa amarela, calção branco e meiões brancos.
Do outro lado, a Escócia entrará em campo com uniforme azul-marinho para os atletas de linha, enquanto o goleiro da equipe europeia vestirá cinza.
Repercussão nas redes
A discussão envolvendo a cor vermelha ganhou força meses antes da competição. Imagens divulgadas pelo site especializado Footy Headlines mostraram um suposto uniforme alternativo produzido pela Jordan Brand, subsidiária da Nike, o que gerou intensa repercussão entre torcedores nas redes sociais.
O debate ultrapassou o ambiente esportivo e passou a envolver interpretações políticas. Parte do público associou a cor vermelha a partidos e movimentos de esquerda, provocando manifestações favoráveis e contrárias à possibilidade de adoção do uniforme. Diante da repercussão, o presidente da CBF, Samir Xaud, afirmou que a Seleção Brasileira não teria uma camisa vermelha como segundo uniforme.
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