O influenciador Giliard Vidal dos Santos, filho mais velho de Deolane Bezerra, foi alvo de busca e apreensão na manhã desta quinta-feira (21) durante a Operação Vérnix, comandada pelo MPSP e pela Polícia Civil. Após ter computadores e celulares apreendidos e ver a mãe ser presa por suspeita de lavagem de dinheiro para o PCC, o jovem de 22 anos publicou um desabafo no Instagram alegando perseguição contra a advogada.
Presa na manhã desta quinta-feira (21) durante a Operação Vérnix, suspeita de estar ligada a um suposto esquema de lavagem de dinheiro ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC), a influenciadora e advogada Deolane Bezerra também viu um de seus filhos ser alvo das investigações.
Trata-se do influenciador Giliard Vidal dos Santos, filho mais velho de Deolane, que é conhecido como “Chefinho” nas redes sociais. Ele também foi alvo de busca e apreensão durante a ação, que foi coordenada pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP) e pela Polícia Civil do estado.

Giliard e a mãe, Deolane Bezerra (Foto: Reprodução / Redes Sociais)
Quem é o filho de Deolane
Aos 22 anos, Giliard é filho adotivo de Deolane, por quem é criado desde bebê, na época em que a advogada ainda era adolescente. Ele conta com mais de 1,4 milhão de seguidores no Instagram.
O jovem costuma ostentar carros de luxo, joias e viagens internacionais nas redes sociais desde que sua mãe ficou famosa.
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Pronunciamento após a operação
Logo após ser alvo de busca e apreensão — ação na qual foram levados celulares, computadores e documentos — e saber da prisão de sua mãe, Giliard fez um post no Instagram rechaçando o fato de Deolane ter sido associada ao PCC, além de afirmar que as investigações se tratam de uma perseguição contra ela.
“Hoje, mais uma vez, tentam transformar suposições em verdades e manchetes em condenações. A prisão da Deolane Bezerra, sob alegações de participação em organização criminosa, nasce cercada de ilações, narrativas e perseguições que já se repetem há tempos”, começou.
“Acusar é fácil. Difícil é provar. No Brasil, infelizmente, muitas vezes primeiro se expõe, se destrói a imagem e se condena perante a opinião pública… para só depois buscar provas que sustentem aquilo que foi dito. E isso é grave”, continuou.
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“Seguiremos confiando na verdade, na Justiça e no direito de defesa, porque perseguição continua sendo perseguição, mesmo quando tentam dar a ela outro nome”, concluiu Giliard.
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