Flávio Bolsonaro avalia nomes da família para um eventual governo federal. Carlos Bolsonaro é cotado para a Secom ou Secretaria-Geral, enquanto a possibilidade de Eduardo Bolsonaro como chanceler gerou resistência e foi descartada por aliados. A articulação ainda é preliminar.
O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) já tem nomes próximos em mente para compor um eventual governo federal. Entre as opções, o principal cotado é o irmão Carlos Bolsonaro, que poderia assumir funções estratégicas no Palácio do Planalto.

Carlos é visto como um nome forte para comandar a Secretaria de Comunicação Social (Secom) ou a Secretaria-Geral da Presidência, cargos considerados centrais na articulação política e na comunicação institucional do governo.
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Convite independe de eleição
De acordo com interlocutores, ouvidos pelo jornalista Guilherme Amado, a possibilidade de integrar o governo não dependeria de eventual eleição de Carlos ao Senado por Santa Catarina. A indicação seria baseada na proximidade política e na confiança dentro do núcleo familiar.
Resistência a Eduardo Bolsonaro
Outro nome ventilado foi o do deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro, atualmente nos Estados Unidos, para o cargo de ministro das Relações Exteriores.
A hipótese, no entanto, gerou reação negativa em setores da classe política e do empresariado. Diante da repercussão, aliados de Flávio indicam que o senador já recuou da ideia e não pretende mais levá-la adiante.
Articulação política
A movimentação reforça a estratégia de Flávio Bolsonaro de manter um núcleo de confiança em posições-chave, caso avance em um projeto nacional. A eventual composição ministerial ainda é tratada como cenário preliminar e depende do desenrolar político nos próximos meses.
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