O cantor de funk Jonas Barros, conhecido como Gigante ou MC GG, foi identificado como uma das vítimas encontradas em um cemitério clandestino na zona sul de São Paulo. Ao todo, quatro corpos foram localizados pela Guarda Civil Metropolitana em uma área de vegetação em Heliópolis, durante patrulhamento em um terreno pertencente à Sabesp.
Jonas Barros de Oliveira, conhecido no meio artístico como Gigante e MC GG, foi encontrado morto em um cemitério clandestino na região de Heliópolis, Zona Sul de São Paulo. O caso está sendo investigado pelas autoridades, que apuram também uma possível relação recente do cantor com uma produtora musical.

Um dos corpos indentificados pertencia a um cantor de funk
O funkeiro, de 25 anos, havia iniciado sua carreira há cerca de três anos e buscava oportunidades para ganhar projeção no cenário musical.
Aproximadamente, quatro meses, ele firmou acordo para a produção de dois videoclipes com a produtora Damassaclan, mesmo sem vínculo formal de contratação com a empresa.
Produtora entra na mira da polícia
De acordo com apuração do Metrópoles, o funkeiro teria recebido ameaças de morte após recusar a assinatura de contrato com outra produtora musical. Essa linha de investigação é considerada um dos possíveis elementos relacionados ao assassinato de Gigante, apontado como ocorrido em contexto de atuação de um chamado “tribunal do crime”.
A produtora Damassaclan passou a ser alvo de investigação policial no caso, assim como em outras duas mortes registradas na mesma ocorrência, de Werlen Moitinho Vieira e Francisco Rubens Souza Cruz, também encontrados no cemitério clandestino.
Segundo os investigadores, as duas vítimas teriam vínculo profissional com a Damassaclan, movimento associado ao cenário do rap e do funk em São Paulo, o que ampliou o escopo das apurações em andamento.
Leia também:
Entenda o caso
Leia mais no Bacci Notícias: