A atriz venezuelana Gaby Spanic confirmou que deu o tapa em Tàmires Assîs de forma proposital para ser expulsa de A Fazenda 17. Em entrevista ao programa Hoje em Dia, da Record, nesta terça-feira (21), ela afirmou que não suportava mais o ambiente de “violência e energia pesada” dentro do reality.
Gaby disse que o gesto foi uma forma de preservar sua saúde mental e protestar contra o comportamento de alguns participantes, como Fernando Sampaio, com quem teve fortes desentendimentos.
A artista criticou o que chamou de “soberba” de outras peoas e declarou não se arrepender da participação, ressaltando que preferiu manter sua dignidade a disputar o prêmio.
A atriz venezuelana Gaby Spanic quebrou o silêncio após ser expulsa de “A Fazenda 17”, no último domingo (19), por agredir a participante Tàmires Assîs. Em entrevista ao programa “Hoje em Dia”, da Record, nesta terça-feira (21), a estrela de “A Usurpadora” admitiu que o tapa foi proposital, e que sua intenção era deixar o reality por não suportar mais o clima de tensão dentro da casa.
“Foi proposital, era a única maneira de sair. Pela minha saúde mental, eu não aguentava mais tanta violência — nem com a Tàmires, nem comigo!”, declarou. Gaby afirmou que o ambiente de hostilidade e as atitudes de alguns colegas, incluindo Fernando Sampaio, a levaram ao limite. Segundo ela, a agressão foi também uma forma de protesto contra o comportamento de parte dos participantes.
A atriz criticou o que chamou de “soberba” de algumas peoas, como Carol Lekker, Martina Sanzi e Rayane Fugliuzzi, que, segundo Gaby, agiam como “donas da casa”.
“Minha equipe tentava jogar limpo, mas o outro lado jogava muito sujo”, complementou.
Gaby também relembrou uma briga intensa com Fernando Sampaio, a quem acusou de atitudes agressivas. “Achei que ia infartar naquela noite. Me senti muito machucada. Quando um homem tenta dominar uma mulher e ela mostra que não tem medo, ele se desarma. Enfrentei com coragem”, disse.
Apesar da expulsão, a atriz garantiu não se arrepender da participação.
“Foi um experimento social muito forte. O prêmio é bom, mas a dignidade não tem preço. Não imaginava que seria tão difícil. Dei o melhor de mim e nunca tive problema com a produção, apenas com alguns peões. Se tivessem uma arma ali, acho que eu estaria morta”, desabafou.
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