A condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro pelo Supremo Tribunal Federal repercutiu fora do país. O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, declarou que o governo de Donald Trump “vai responder” ao veredicto, que classificou como uma perseguição política. O Brasil reagiu de forma dura, afirmando que seu Judiciário é independente e que não aceita interferência externa.
O que disse Marco Rubio:
Rubio publicou mensagem nas redes sociais chamando o julgamento de “injusto” e acusando o ministro Alexandre de Moraes de abusos de direitos humanos. Sem detalhar, ele afirmou que Washington tomará providências contra o que chamou de “caça às bruxas” contra Bolsonaro.
A condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro pelo Supremo Tribunal Federal repercutiu fora do país. O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, declarou que o governo de Donald Trump “vai responder” ao veredicto, que classificou como uma perseguição política. O Brasil reagiu de forma dura, afirmando que seu Judiciário é independente e que não aceita interferência externa.
O que disse Marco Rubio:
Rubio publicou mensagem nas redes sociais chamando o julgamento de “injusto” e acusando o ministro Alexandre de Moraes de abusos de direitos humanos. Sem detalhar, ele afirmou que Washington tomará providências contra o que chamou de “caça às bruxas” contra Bolsonaro.
Até o momento, o governo americano não especificou se essa resposta será diplomática, comercial ou de outra natureza.
O Itamaraty divulgou nota em que classificou as declarações de Rubio como ameaças e lembrou que o julgamento de Bolsonaro foi conduzido de forma transparente, com amplo direito de defesa. Para o governo brasileiro, os comentários representam tentativa de interferência nos assuntos internos do país.
Especialistas acreditam que a fala de Rubio pode aumentar a tensão entre Brasília e Washington. Dependendo da postura da Casa Branca, a crise pode afetar relações comerciais e até gerar disputas em organismos internacionais.
Por enquanto, Bolsonaro segue em prisão domiciliar monitorada, enquanto sua defesa prepara recursos para tentar reduzir a pena de mais de 27 anos de prisão imposta pelo STF.
