Uma gestante de 28 anos morreu após ser queimada viva depois de ser acusada de furtar um chinelo, em Itapevi, na Grande São Paulo. A vítima teve mais da metade do corpo atingida pelas chamas.
Uma gestante de 28 anos morreu após ser queimada viva depois de ser acusada de furtar um chinelo, em Itapevi, na Grande São Paulo. A vítima teve mais da metade do corpo atingida pelas chamas.
Segundo informações do programa Alô Você, a mulher foi vista passando em frente a casa, que teve um par de chinelos usados roubados, e a jovem acabou sendo apontada como uma das participantes do crime. Ela foi brutalmente agredida como forma de “punição”. A vítima chegou a ser socorrida e levada a um hospital da região, mas não resistiu à gravidade dos ferimentos.
Veja o vídeo:
A jovem, identificada como Caline, era mãe de duas meninas e estava grávida de três meses. De acordo com familiares, ela passou a viver em situação de rua após a morte da avó e, nesse período, tornou-se usuária de drogas.
Em entrevista, a tia da vítima, Cláudia, afirmou que Caline era uma pessoa de bom coração e sem maldade.
“Ninguém quer isso para os seus familiares. A Caline era uma pessoa amorosa, só entrou no momento errado, no lugar errado”, declarou.
A familiar também afirmou que o suposto furto não foi confirmado, reforçando que não há comprovação de que a jovem tenha cometido o crime pelo qual foi acusada.
Três pessoas são apontadas como autores do crime. No entanto, até a última atualização desta reportagem, ninguém foi preso. O caso segue sob investigação.
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