Um helicóptero pertencente a um frigorífico causou polêmica ao lançar peças de carne para moradores de Aparecida de Goiânia (GO), na quarta-feira (24), véspera de Natal. A ação foi promovida pelo empresário Leandro Batista Nóbrega, proprietário do Frigorífico Goiás, em conjunto com a esposa. Nas redes sociais, ele divulgou um vídeo da iniciativa e escreveu: “Natal solidário 2025”.

Helicóptero de frigorífico joga carne para moradores e causa polêmica (Foto: Reprodução/Redes sociais)
Helicóptero de frigorífico joga carne para moradores e causa polêmica (Foto: Reprodução/Redes sociais)

Um helicóptero pertencente a um frigorífico causou polêmica ao lançar peças de carne para moradores de Aparecida de Goiânia (GO), na quarta-feira (24), véspera de Natal. A ação foi promovida pelo empresário Leandro Batista Nóbrega, proprietário do Frigorífico Goiás, em conjunto com a esposa. Nas redes sociais, ele divulgou um vídeo da iniciativa e escreveu: “Natal solidário 2025”.

Nas imagens publicadas, a aeronave aparece sobrevoando uma área de pasto enquanto dezenas de pessoas correm para tentar pegar os alimentos arremessados do alto. A cena rapidamente se espalhou pela internet e gerou forte repercussão.

A iniciativa dividiu opiniões entre os internautas. Parte do público elogiou o gesto solidário, enquanto outros criticaram a forma como a distribuição foi realizada, classificando-a como constrangedora. “Parabéns! Bela iniciativa!”, comentou um seguidor. Já outra usuária questionou: “Pode até ter boas intenções, mas da forma como foi feito, foi uma humilhação para a população”.

“Petista não é bem-vindo”

Esta não é a primeira vez que o Frigorífico Goiás se envolve em controvérsia. Em setembro deste ano, a empresa foi alvo de uma decisão judicial que determinou a retirada de um cartaz com a frase “Petista aqui não é bem-vindo”, além de qualquer comunicação semelhante, tanto nas unidades físicas quanto nas redes sociais.

O Ministério Público acionou o frigorífico após denúncia do deputado estadual Mauro Rubem (PT). À época, o empresário afirmou que o estabelecimento nunca proibiu a entrada de clientes por motivação política, religiosa ou esportiva, e garantiu que “todos os clientes são bem tratados”.

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