Uma mulher foi morta a facadas pelo ex-companheiro após uma discussão dentro de um carro em Arujá, na Grande São Paulo. Segundo a Polícia Civil, o homem teria provocado uma colisão de forma intencional antes de atacar a vítima.

Homem bate carro de propósito e mata ex-companheira a facadas (Foto: Reprodução)
Homem bate carro de propósito e mata ex-companheira a facadas (Foto: Reprodução)

Uma mulher foi morta a facadas pelo ex-companheiro após uma discussão dentro de um carro em Arujá, na Grande São Paulo. Segundo a Polícia Civil, o homem teria provocado uma colisão de forma intencional antes de atacar a vítima.

Polícia Militar (Foto: PMSP/Divulgação)

De acordo com as investigações, o crime teria sido motivado por ciúmes e conflitos financeiros envolvendo o casal.

Discussão terminou em tragédia

Segundo a polícia, a vítima e o suspeito estavam juntos no veículo quando iniciaram uma discussão. Em determinado momento, o homem teria jogado o carro propositalmente contra um poste, provocando um acidente.

Após a colisão, ele e atacou a mulher com diversos golpes de faca.

A vítima foi identificada como Evelyn Luiza dos Anjos. Testemunhas acionaram equipes de socorro, que a encaminharam ao Hospital Santa Marcelina, em Itaquaquecetuba.

Apesar dos esforços médicos, Evelyn não resistiu à gravidade dos ferimentos.

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Suspeito confessou o crime

O autor do crime, identificado como Carlos Roberto Lopes, de 46 anos, foi preso em flagrante e confessou o assassinato durante depoimento à polícia.

Segundo os investigadores, ele afirmou que agiu em razão dos constantes conflitos no relacionamento.

A Justiça já converteu a prisão em flagrante em prisão preventiva, e ele deverá responder pelo crime de feminicídio.

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Vítima enfrentava tratamento contra o câncer

Segundo informações divulgadas pelo programa Cidade Alerta, Evelyn era mãe de seis filhos e trabalhava para plataformas digitais.

Além da rotina de trabalho e dos cuidados com a família, ela enfrentava um tratamento contra câncer uterino.

Ainda de acordo com relatos, o relacionamento de sete anos com o suspeito era marcado por conflitos frequentes. Familiares afirmaram que Carlos Roberto enfrentava problemas relacionados ao uso de drogas e mantinha uma convivência conturbada com parentes da vítima.

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