Um homem, identificado como Adilton foi assassinado pela esposa, Geisa Araújo, após uma discussão motivada por ciúmes e pelo uso de um celular. O caso aconteceu no bairro Vila Nova Cachoeirinha, Zona Norte de São Paulo.
Um homem, identificado como Adilton foi assassinado pela esposa, Geisa Araújo, após uma discussão motivada por ciúmes e pelo uso de um celular. O caso aconteceu no bairro Vila Nova Cachoeirinha, Zona Norte de São Paulo.
De acordo com informações do programa Alô Você, o casal estava em casa, ouvindo música e bebendo cerveja, quando Geisa pediu o celular do marido para trocar a canção. Adilton se recusou a entregar o aparelho, o que deu início a uma briga violenta.
Em meio à discussão, Geisa foi até a cozinha, pegou uma faca e desferiu três golpes contra o marido. Ferido, Adilton caiu no chão e morreu no local.
Após o crime, a mulher saiu pelas vielas do bairro confessando o assassinato aos vizinhos. Ela tentou se esconder na casa da própria mãe mas acabou presa em flagrante depois que a mãe informou o paradeiro à polícia.
Em depoimento, Geisa negou o crime, alegando legítima defesa, mas as investigações seguem em andamento para esclarecer os fatos.
Durante o velório de Adilton, realizado nesta segunda-feira (10), dezenas de pessoas se reuniram para se despedir do homem, descrito como honesto, esforçado e dedicado à família. Amigos e parentes usavam camisetas com homenagens e mensagens de saudade.
Segundo familiares, Adilton trabalhava em dois empregos para garantir o sustento de casa. Ele tinha dois filhos de um relacionamento anterior e também ajudava a criar os dois filhos de Geisa, que o chamavam carinhosamente de “pai”.
“Ele era um homem bom, trabalhador, nunca negava ajuda a ninguém. Não merecia esse fim”, disse um amigo de infância, emocionado.
Clamor por justiça
A família de Adilton afirma estar arrasada e indignada com o crime.
“A gente quer justiça. Ele era um homem de bem, não tinha motivo pra isso. Essa dor nunca vai passar”, desabafou uma das irmãs da vítima.
O caso é investigado pela Polícia Civil de São Paulo, que deve ouvir novas testemunhas nos próximos dias.
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