Júlio César Santos das Chagas foi morto a tiros dentro do Shopping Ponta Negra, em Manaus, enquanto tentava escapar de uma perseguição. Testemunhas afirmam que suspeitos aguardavam fora do shopping e dispararam assim que ele saiu do carro. A Polícia Civil investiga o caso.

Marca de tiro em um vidro no shopping — Foto: Divulgação
Marca de tiro em um vidro no shopping — Foto: Divulgação

Um homem identificado como Júlio César Santos das Chagas foi morto a tiros dentro do Shopping Ponta Negra, na Avenida Coronel Teixeira, Zona Oeste de Manaus, na noite de quarta-feira (1º). Segundo testemunhas, ele tentava escapar de uma perseguição quando foi atingido em frente a uma loja de artigos esportivos.

O secretário de Segurança Pública do Amazonas, coronel Vinícius Almeida, informou pelas redes sociais que o ataque começou fora do shopping. “Estamos acompanhando o caso do cidadão que foi alvejado com tiro de arma de fogo em shopping da Zona Oeste. Informações iniciais apontam que ataque iniciou fora do estabelecimento comercial e que a vítima correu para dentro do shopping”, afirmou.

Familiares da vítima relataram que Júlio César chegou a ser socorrido, mas faleceu em uma unidade de saúde da Zona Oeste. Segundo a 19ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP), ele já havia sido preso por tráfico de drogas e cumpriu pena na Unidade Prisional do Puraquequara (UPP), sendo liberado em 2019.

Testemunhas relataram que suspeitos aguardavam do lado de fora do shopping e atiraram assim que Júlio César saiu do carro. As imagens de câmeras de segurança do local estão sendo analisadas pela Polícia Civil do Amazonas, que segue em diligências com apoio do Sistema Paredão e da Polícia Militar para identificar e prender os suspeitos.

Uma testemunha contou à Rede Amazônica que, após os tiros, as lojas foram fechadas e clientes buscaram abrigo. Até o momento, não há confirmação de outros feridos.

Em nota, a administração do Shopping Ponta Negra classificou o caso como uma “ocorrência de caráter isolado” e afirmou que está colaborando com as autoridades. O shopping encerrou as atividades mais cedo e reforçou o compromisso com a segurança dos clientes. Policiais civis, militares e peritos da Polícia Científica estiveram no local para investigar o crime e identificar os envolvidos.

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