James, um homem que residia em uma casa de apoio em Ohio, nos Estados Unidos, morreu devido a complicações de uma constipação severa não tratada. Os paramédicos relataram ter encontrado nove quilos de fezes no intestino da vítima, cuja condição de saúde era conhecida pela equipe do local. A família processou a instituição Clear Skies Ahead, alegando que a morte, que se seguiu a queixas ignoradas, era “totalmente evitável“.
Um caso de negligência e falha no atendimento a um paciente com deficiência resultou na morte de um homem em uma casa de apoio em Ohio, nos Estados Unidos. James, que residia na instituição Clear Skies Ahead, veio a óbito devido a complicações de uma constipação severa que, segundo a família, não foi tratada pelos funcionários. A morte é classificada pela família como “totalmente evitável”.
Conforme reportado pelo jornal The Sun, o rapaz necessitava de cuidados especiais contínuos devido às suas deficiências intelectual e física. Por conta disso, ele residia na casa de apoio Clear Skies Ahead. O histórico de James com quadros de constipação era conhecido pela equipe do local, sendo que ele inclusive utilizava medicações que agravavam os sintomas.
Um funcionário do local relatou que, no dia anterior à sua morte, James chegou a ir ao banheiro, mas não conseguiu evacuar. Mais tarde naquele dia, ele foi encontrado desmaiado em seu quarto. Em seguida, os médicos declararam a morte do rapaz e os paramédicos que o atenderam relataram que havia aproximadamente nove quilos de fezes em seu intestino, evidenciando a gravidade da constipação não tratada.
Família denuncia negligência
A família da vítima tomou a decisão de processar a casa de apoio Clear Skies Ahead, sustentando que o óbito de James era “totalmente evitável”, visto que o problema de saúde era conhecido.
De acordo com o processo, o estômago de James estava visivelmente inchado e a condição era “perceptível mediante qualquer inspeção razoável”, indicando falha na observação básica por parte da equipe.
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