Uma mulher de 33 anos morreu neste domingo (21) após ser alvo de mais de 30 marteladas na cabeça, pelo ex-companheiro em Jequiá da Praia, município localizado no litoral sul de Alagoas.

Homem mata companheira com mais de 30 marteladas na cabeça (Foto: Reprodução/Redes sociais)
Homem mata companheira com mais de 30 marteladas na cabeça (Foto: Reprodução/Redes sociais)

Uma mulher de 33 anos morreu neste domingo (21) após ser atingida por mais de 30 marteladas na cabeça desferidas pelo ex-companheiro, em Jequiá da Praia, município localizado no litoral sul de Alagoas.

(Foto: Divulgação/PMAL)

De acordo com informações divulgadas pelo Diário de Alagoas, a vítima foi identificada como Grace Daiane dos Santos. Familiares relatam que ela tentava encerrar o relacionamento devido a episódios recorrentes de violência doméstica.

Segundo as informações apuradas, o suspeito teria invadido a residência da vítima após ela se recusar a retomar a relação.

Vítima chegou a ser socorrida

Grace Daiane foi encontrada ferida dentro de casa e socorrida para uma unidade de saúde. Posteriormente, foi transferida para o Hospital Geral do Estado (HGE), em Maceió.

Apesar dos esforços da equipe médica, ela não resistiu à gravidade dos ferimentos e teve a morte encefálica confirmada.

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Diante do óbito, o caso, que inicialmente era tratado como tentativa de feminicídio, passou a ser investigado como feminicídio consumado.

Suspeito foi localizado em área de mata

O homem apontado como autor do crime, identificado como Michel, foi preso por equipes policiais em uma área de mata enquanto tentava fugir.

Vídeos que circulam nas redes sociais mostram o momento em que ele é abordado por policiais. Nas imagens, o suspeito faz declarações sobre o ocorrido e apresenta sua versão dos fatos.

As circunstâncias e a motivação do crime seguem sob investigação das autoridades.

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Família contesta versão apresentada pelo suspeito

Parentes de Grace Daiane contestam a justificativa apresentada pelo suspeito e afirmam que a vítima já havia sofrido agressões anteriormente.

Familiares descrevem a mulher como trabalhadora e dedicada à família. Segundo eles, a versão apresentada pelo investigado não condiz com a realidade vivida por Grace.

O caso continua sendo apurado pela Polícia Civil, que deverá ouvir testemunhas e reunir novos elementos para concluir o inquérito.

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