Homem de 31 anos confessa assassinato de estudante de Medicina Veterinária em Goiânia. Suspeito disse à polícia que matou a vítima após se arrepender de relação sexual.
Um homem de 31 anos confessou à Polícia Civil ter matado o estudante de medicina veterinária Luciano Milo, de 27 anos, em Goiânia.

Luciano Milo, estudante de medicina (Foto: Reprodução)
Segundo o delegado Danilo Wendel, adjunto da Delegacia Estadual de Investigação de Homicídios (DIH), o suspeito afirmou que assassinou a vítima após se arrepender de ter mantido relação sexual com ela.
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Homem preso por homicídio
Wallyson Ascânio Tito foi preso na quarta-feira (13) por policiais militares nas proximidades de um bar em Trindade, na região metropolitana da capital goiana. Ele estava foragido desde domingo (10), data em que familiares encontraram Luciano morto no apartamento onde morava sozinho, no Setor Cidade Jardim.
Relação sexual
Em depoimento, o suspeito relatou que caminhava pelas ruas do Bairro Goiá quando conheceu Luciano na manhã de domingo. Segundo Wallyson, o estudante o convidou para beber.
Após uma parada em uma distribuidora de bebidas, os dois seguiram para o apartamento da vítima, onde continuaram ingerindo álcool e mantiveram relação sexual.
Decorrer dos fatos
De acordo com o relato apresentado à polícia, Wallyson afirmou que matou o estudante por estrangulamento utilizando um fio.
Após o crime, ele furtou um notebook da vítima e calçou os tênis de Luciano para deixar o condomínio sem levantar suspeitas. O suspeito disse ainda que vendeu o equipamento eletrônico por R$ 100 e utilizou o dinheiro para comprar drogas.
Histórico criminal
A Polícia Civil informou que Wallyson já havia sido preso em 2023 por outro homicídio cometido no interior de Goiás. Segundo as investigações, após matar Luciano, ele rompeu a tornozeleira eletrônica que utilizava e deixou o equipamento dentro do apartamento da vítima.
Em nota, a DIH afirmou que a divulgação das informações e da identidade do suspeito ocorreu em conformidade com a legislação vigente e “diante da possibilidade concreta de identificação de novas vítimas e da preservação do interesse público, resguardados os limites legais e as cautelas necessárias à continuidade das investigações”.
O caso segue sob investigação.
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