Alana Odysseos, de 32 anos, foi morta a facadas pelo namorado em Londres após se recusar a abortar. A gestante levou 19 golpes e o parceiro, Shaine March, de 47 anos, confessou o crime. Ele pode ser condenado à prisão perpétua.
Um crime brutal chocou Walthamstow, no leste de Londres: Alana Odysseos, de 32 anos, grávida de seu terceiro filho, foi assassinada pelo namorado, Shaine March, de 47 anos, após se recusar a interromper a gestação, conforme ele exigia. O caso está sendo julgado nesta semana em tribunal da capital inglesa.
De acordo com relatos apresentados no julgamento, horas antes do assassinato, vizinhos ouviram Alana implorar: “Não quero matar meu bebê!”. Mais tarde, a mulher foi encontrada sangrando do lado de fora de sua residência, vestindo camisola e roupão, apontando para Shaine e gritando por socorro.
A autópsia revelou que Alana sofreu 19 facadas em diversas partes do corpo, incluindo peito, estômago, pélvis, ombros, nádegas, braço direito, coxas e pernas. Após o crime, Shaine confessou à polícia: “Eu fiz isso. Eu matei a Alana Odysseos. Eu a matei. Espero que ela não esteja morta. Espero que o bebê na barriga dela ainda esteja vivo. Mas eu disse a ela para fazer o aborto.”
Segundo o promotor, o casal estava junto há quatro meses quando Alana descobriu a gravidez. Shaine reagiu negativamente à notícia, acusando a parceira de traição e alegando que o bebê não era dele. Não há qualquer evidência de que a criança não fosse de Shaine.
O acusado pode receber pena de prisão perpétua pelo homicídio, que chocou a vizinhança e gerou comoção pelo extremo da violência contra a gestante.
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