Horas antes de ser preso nesta terça-feira (14), o influenciador Bruno Alexssander Souza Silva, conhecido como Buzeira, fez uma postagem inusitada nas redes sociais. Em seus stories, o influenciador alertou os seguidores sobre uma suposta invasão extraterrestre que estaria sendo encoberta por autoridades e pela NASA.

Horas antes de ser preso, Buzeira fez alerta sobre 'invasão alienígena' (Foto: Reprodução/Redes Sociais)
Horas antes de ser preso, Buzeira fez alerta sobre 'invasão alienígena' (Foto: Reprodução/Redes Sociais)

Horas antes de ser preso nesta terça-feira (14), o influenciador Bruno Alexssander Souza Silva, conhecido como Buzeira, fez uma postagem inusitada nas redes sociais. Em seus stories, o influenciador alertou os seguidores sobre uma suposta invasão extraterrestre que estaria sendo encoberta por autoridades e pela NASA.

“O governo e o sistema não estão falando muito desse assunto, mas o Buzeira decidiu te alertar”, declarou. Em outro trecho, afirmou que “existe um visitante interestelar que invadiu nosso sistema solar” e que “os cientistas acham que é uma tecnologia alienígena”.

O influenciador ainda disse que a NASA teria entrado em “paralisação”, o que, segundo ele, impediria a confirmação sobre o que estaria se aproximando da Terra — se um cometa ou algo “de outro planeta”.

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Prisão de Buzeira

Poucas horas depois, Buzeira foi preso pela Polícia Federal durante a Operação Narco Bet, que investiga um esquema internacional de lavagem de dinheiro ligado ao tráfico de drogas. Ele foi detido em Igaratá, no interior de São Paulo. A investigação aponta que o influenciador recebia valores provenientes do exterior por meio de criptomoedas, prática usada para ocultar a origem ilícita do dinheiro.

A Narco Bet é um desdobramento da Operação Narco Vela, deflagrada em abril deste ano, que revelou uma rede criminosa responsável por enviar drogas ao exterior em embarcações marítimas. Parte do dinheiro movimentado pelo grupo também teria sido destinada a empresas de apostas eletrônicas, conhecidas como “bets”.

No total, estão sendo cumpridos 11 mandados de prisão e 19 de busca e apreensão em São Paulo, Santa Catarina, Rio de Janeiro e Minas Gerais. A Justiça também determinou o bloqueio de bens e valores que somam mais de R$ 630 milhões, com o objetivo de descapitalizar a organização criminosa e garantir reparação pelos danos causados.

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