O corpo de Deomira Conci, de 76 anos, foi encontrado em uma área de mata em Juan Mnuel de Rosas, cidade argentina que faz fronteira com Santa Catarina.
A idosa, moradora de São Miguel do Oeste, desapareceu e foi localizada morta com sinais de tortura. O laudo preliminar aponta cortes profundos no pescoço e no peito, perfurações no abdômen e nas costas e hematomas na cabeça e nos olhos. A cena do crime foi descrita pela polícia como de extrema violência.
O reconhecimento foi feito por digitais, e o próprio filho confirmou a identidade ao ver as imagens.
O corpo de Deomira Conci, de 76 anos, foi encontrado em uma área de mata em Juan Mnuel de Rosas, cidade argentina que faz fronteira com Santa Catarina.
A idosa, moradora de São Miguel do Oeste, desapareceu e foi localizada morta com sinais de tortura. O laudo preliminar aponta cortes profundos no pescoço e no peito, perfurações no abdômen e nas costas e hematomas na cabeça e nos olhos. A cena do crime foi descrita pela polícia como de extrema violência.
O reconhecimento foi feito por digitais, e o próprio filho confirmou a identidade ao ver as imagens.
Poucas horas depois, a polícia prendeu um suspeito , um ex-soldado do exército argentino.
A capa do banco traseiro do carro dele foi achada junto ao corpo da vítima. O veículo foi apreendido para perícia.
A investigação agora busca entender o que motivou tamanha barbaridade e qual era a relação entre os dois.
O que se sabesobre o crime:
A vítima foi encontrada por um morador da região em meio a mata, com múltiplas perfurações, compatíveis com arma branca (faca).
Ao lado do corpo estavam um par de sapatos, óculos e a capa de banco de um veículo. O local teria sido a desova do corpo.
