Novas imagens de câmeras de segurança e uma jaqueta periciada são as principais apostas da Polícia Civil para prender o assassino da cantora Ruthetty. As evidências sugerem que o criminoso roubou o cartão bancário e objetos da artista após o crime na Marambaia. A investigação segue
Três meses após o crime que abalou o Pará, a investigação sobre a morte da cantora Ruthetty ganha novos desdobramentos. A artista foi encontrada morta em 3 de dezembro de 2025 dentro de casa em Belém, no Pará.
A Polícia Civil e a Delegacia de Feminicídios (Defem) agora concentram esforços em imagens de câmeras de segurança que podem ter registrado o autor do crime.
Novas evidências após a morte de Ruthetty
O cerco contra o suspeito começou a se fechar após a análise técnica de circuitos de monitoramento na região da Marambaia, em Belém, região onde a artista morava. As imagens divulgadas pela Record indicam a presença de um homem que teria não apenas tirado a vida da artista, mas também roubado pertences pessoais e o cartão bancário da vítima, o que levanta a hipótese de latrocínio ou crime patrimonial seguido de feminicídio.
Além das gravações, uma jaqueta encontrada na cena do crime passou por perícia. A peça de roupa é considerada uma prova crucial, pois pode conter material genético que ajude na identificação definitiva do criminoso.
A Polícia Civil segue investigando o caso.
O Legado de Ruthetty
Ruthetty foi encontrada morta em sua residência deixando órfã uma legião de fãs que a acompanhavam desde os anos 2000. Conhecida como a voz de clássicos como “Viver de Ilusão” e “Amor da Minha Vida, Eterno Amor”, ela foi uma das maiores responsáveis por popularizar o tecnomelody nas rádios e nos tradicionais Bailes da Saudade.
