O influenciador do agro e fazendeiro João Martins foi alvo de mais de 100 disparos de fuzil na noite de quarta-feira (26). O empresário, que soma mais de 100 mil seguidores nas redes sociais, foi atingido no pé.
Segundo o próprio influenciador, criminosos ligados à Liga dos Camponeses Pobres (LPC) dispararam diversas vezes contra a caminhonete blindada em que ele estava, utilizando fuzis calibre 7.62 mm. A vítima conseguiu escapar e fugiu para uma área de mata, onde permaneceu até ser localizada na manhã de quinta-feira (27). Ele foi socorrido e encaminhado a um hospital da região.
O influenciador do agro e fazendeiro João Martins foi alvo de mais de 100 disparos de fuzil na noite de quarta-feira (26), em Porto Velho, Rondônia. O empresário, que soma mais de 100 mil seguidores nas redes sociais, foi atingido no pé.
Segundo o próprio influenciador, criminosos ligados à Liga dos Camponeses Pobres (LPC) dispararam diversas vezes contra a caminhonete blindada em que ele estava, utilizando fuzis calibre 7.62 mm. A vítima conseguiu escapar e fugiu para uma área de mata, onde permaneceu até ser localizada na manhã de quinta-feira (27). Ele foi socorrido e encaminhado a um hospital da região.
Em áudio divulgado nas redes sociais após o resgate, João relatou a experiência e descreveu a sensação de estar prestes a morrer. “Graças a Deus estou vivo. Nunca passei um perrengue desse. Me entoquei no mato e tomei um tiro de fuzil. A caminhonete levou mais de 100 tiros, que atravessaram a blindagem e atingiram o meu pé. Eles estavam quase me encontrando. Se me pegam, eu seria torturado”, disse o influenciador.
A esposa do influenciador, Thais Reolon, atualizou o estado de saúde do marido e afirmou que ele passou por uma cirurgia e segue em recuperação. “Agora é dar tempo ao tempo para a recuperação. Mas está fora de risco“,contou ela.

Influenciador do agro é alvo de mais de 100 disparos em ataque de invasores de terra (Foto: Reprodução/Redes sociais)
A Polícia Militar realiza buscas desde o momento do ataque, mas nenhum suspeito foi preso até o momento. A principal linha de investigação aponta a ação de integrantes da Liga, grupo frequentemente associado a conflitos agrários na região.
A área já estava no radar das forças de segurança após uma megaoperação realizada em 12 de novembro, coordenada pelo Ministério Público de Rondônia. A ação mobilizou mais de 400 policiais e apoio aéreo da corporação, com o objetivo de desarticular atividades criminosas e reforçar a proteção de trabalhadores rurais.
O caso segue sob investigação.
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