A influenciadora e terapeuta quântica Alice Serafim provocou repercussão nas redes sociais ao afirmar que a morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas (21) durante um salto de rope jump na Ponte do Esqueleto, em Limeira (SP), poderia ter relação com supostas energias espirituais e rituais realizados no local.
A influenciadora e terapeuta quântica Alice Serafim provocou repercussão nas redes sociais ao afirmar que a morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas (21) durante um salto de rope jump na Ponte do Esqueleto, em Limeira (SP), poderia ter relação com supostas energias espirituais e rituais realizados no local.

Rope Jump e Maria Eduarda (Reprodução/Redes Sociais)
Influenciadora levanta hipótese sem apresentar provas
Em vídeo publicado nas redes sociais, Alice Serafim afirmou acreditar que Maria Eduarda teria participado, sem saber, de um suposto ritual devido às características espirituais que atribui ao local onde ocorreu o acidente.
“Existiu ritual nessa tragédia aqui? Ritual satânico”, declarou a influenciadora ao iniciar a gravação.
Segundo Alice, a ponte seria conhecida por supostas práticas espirituais e por funcionar como um “portal”, tese apresentada sem qualquer comprovação. Durante o vídeo, ela afirmou que pessoas deveriam pesquisar a “energia” dos lugares antes de realizar atividades consideradas de risco.
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Declarações mencionam “portal” e entidades
Ao longo do vídeo, a influenciadora sustentou que, por se tratar de uma atividade com risco de morte, a jovem estaria mais vulnerável à influência de supostas entidades espirituais presentes na região.
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“Ela foi fazer o salto, só que como é algo de morrer, é muito perigoso porque, se o local tiver um portal, ela pode participar de um ritual sem saber”, afirmou.
Alice também aconselhou os seguidores a evitarem esportes radicais e locais que, segundo ela, poderiam representar riscos espirituais.
“Não façam coisas de morrer, não vão para lugares perigosos. Nem avião eu estou andando, para vocês terem ideia”, declarou.
Investigação aponta falha operacional
As declarações de Alice Serafim não fazem parte da investigação conduzida pela Polícia Civil de São Paulo. Até o momento, as apurações apontam para falhas operacionais durante a atividade de rope jump. Segundo a investigação, Maria Eduarda foi lançada da plataforma sem estar conectada às cordas de segurança, caiu de aproximadamente 40 metros e morreu em decorrência dos ferimentos. Instrutores e organizadores do evento respondem às investigações, que buscam esclarecer a responsabilidade de cada envolvido na tragédia.
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