A influenciadora Ivy Mena, de 62 anos, afirmou ter vivido uma situação constrangedora envolvendo um vizinho do condomínio onde mora. Segundo ela, o morador questionou seu trabalho com conteúdo adulto durante uma assembleia, mas posteriormente foi identificado como assinante ativo da própria plataforma.

Ivy Mena afirma que vizinho que a criticou em assembleia era assinante de seu conteúdo adulto. Foto: Divulgação.
Ivy Mena afirma que vizinho que a criticou em assembleia era assinante de seu conteúdo adulto. Foto: Divulgação.

A influenciadora Ivy Mena, de 62 anos, afirmou ter vivido uma situação constrangedora envolvendo um vizinho do condomínio onde mora. Segundo ela, o morador questionou seu trabalho com conteúdo adulto durante uma assembleia, mas posteriormente foi identificado como assinante ativo da própria plataforma.

Segundo Ivy, o vizinho questionou seu trabalho com conteúdo adulto durante uma reunião de condomínio, tratando o tema como se fosse um problema coletivo que poderia afetar a imagem do local.

Ela relatou que foi informada posteriormente de que seu nome havia sido citado na assembleia.

“Fui avisada de que um vizinho levantou meu trabalho como se fosse algo que prejudicasse o prédio”, conta.

Descoberta após verificar assinantes

Após o episódio, a influenciadora decidiu conferir os registros da plataforma onde publica seu conteúdo adulto. Foi então que veio a surpresa.

Ao analisar os dados, ela identificou que o mesmo vizinho que a criticou na reunião de condomínio era assinante ativo da plataforma.

“Ele consumia exatamente aquilo que estava criticando”, afirmou.

Ela diz que a situação causou indignação, mas também reflexão sobre o comportamento do morador.

“Moralidade seletiva”, afirma influenciadora

Apesar do constrangimento, ela afirma que optou por não reagir publicamente.

“Meu trabalho é legal, profissional e não interfere nas áreas comuns do condomínio”, declarou.

Para Ivy, o caso revela uma contradição recorrente quando o assunto envolve mulheres maduras e sexualidade.

“Existe uma moralidade seletiva. Criticam em público, mas consomem no privado”, conclui.

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