A diarista Paola Stefany Neto Cirino (30), presa sob suspeita de assassinar o advogado Cláudio Atala Inácio (75) e a empresária aposentada Maria Clotilde Moreira Maciel Atala Inácio (76), trabalhava pela primeira vez na residência do casal no dia do crime. A informação foi confirmada na quinta-feira (02) pela Polícia Civil de Minas Gerais.

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A diarista Paola Stefany Neto Cirino (30), presa sob suspeita de assassinar o advogado Cláudio Atala Inácio (75) e a empresária aposentada Maria Clotilde Moreira Maciel Atala Inácio (76) em Belo Horizonte, trabalhava pela primeira vez na residência do casal de idosos no dia do crime. A informação foi confirmada na quinta-feira (02) pela Polícia Civil de Minas Gerais.

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Segundo as investigações, apesar de já atuar como diarista há vários anos, aquela era a primeira vez que Paola prestava serviço na casa das vítimas. Ela havia sido indicada por um parente próximo do casal.

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Parente diz estar arrependido da indicação

De acordo com o delegado Gustavo Barletta, o familiar responsável por indicar a diarista prestou depoimento e afirmou estar profundamente abalado com o desfecho do caso.

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“Curiosamente, a indicação partiu de um parente das vítimas. Ele conversou com nossa equipe, disse estar bastante arrependido e muito abalado. Nas palavras dele, sentiu até um pouco de culpa por essa tragédia que acometeu a família”, afirmou o delegado.

Ainda segundo Barletta, o parente relatou que Paola trabalhava regularmente em sua residência, duas vezes por semana, e nunca havia apresentado qualquer comportamento suspeito.

“Ela era diarista frequente dele. O último serviço, inclusive, havia sido na sexta-feira. Ele afirmou que nunca teve nenhum problema com ela. Pelo contrário, disse que era uma pessoa muito boa de serviço e fácil de lidar. Isso torna o caso ainda mais estranho diante da crueldade empregada contra dois idosos”, acrescentou.

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Suspeita foi presa em hotel após fugir

Paola Stefany Neto Cirino foi presa durante a madrugada desta quinta-feira (2), em um hotel na cidade de Itabira, na Região Central de Minas Gerais, após permanecer cerca de um dia foragida.

Ela é apontada como principal suspeita de matar o casal dentro do apartamento onde as vítimas moravam, no bairro São Pedro, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte.

Suspeita afirma que dopou casal antes dos assassinatos

Em depoimento à Polícia Civil, Paola declarou que administrou um sonífero ao casal antes do crime. Ela também alegou ter sofrido um “surto” psicótico no momento dos assassinatos. As investigações prosseguem para esclarecer a motivação do duplo homicídio e confrontar a versão apresentada pela suspeita com os demais elementos reunidos pela polícia.

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