Nesta terça-feira, Israel realizou um “bombardeio de precisão” em Doha, no Catar, direcionado a supostos líderes do Hamas. Paralelamente, o Hamas reivindicou nesta terça-feira (9) a autoria do ataque a tiros ocorrido no dia anterior (8) em Jerusalém.

Imagens: reprodução/rede social
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Nesta terça-feira, Israel realizou um “bombardeio de precisão” em Doha, no Catar, direcionado a supostos líderes do Hamas. A ação foi confirmada pelas Forças de Defesa de Israel minutos após relatos de explosões no bairro de Katara e declararam que o objetivo era atingir “altos cargos do Hamas em Doha”. Até o momento, não há informações sobre vítimas.

Em comunicado, as Forças de Defesa de Israel afirmaram que precauções foram tomadas para minimizar danos a civis, incluindo o uso de munições de alta precisão e informações de inteligência aprimoradas. O Exército israelense reiterou seu compromisso em prosseguir com as operações para derrotar o Hamas, grupo considerado responsável pelo ataque de 7 de outubro.

Em resposta, o Catar condenou o ataque israelense contra “funcionários do Hamas em Doha”, classificando-o como “covarde”. Fontes do Hamas, citadas pela emissora qatari ‘Al Jazeera’, indicaram que o alvo do bombardeio teria sido a delegação negociadora do grupo islâmico palestiniano. Essa delegação estava em reunião para discutir a mais recente proposta de cessar-fogo para a Faixa de Gaza, apresentada pelo presidente dos EUA, Donald Trump, em conversas mediadas pelo Catar.

Paralelamente, o Hamas reivindicou nesta terça-feira (9) a autoria do ataque a tiros ocorrido no dia anterior (8) em Jerusalém. O incidente deixou seis mortos e cerca de dez feridos em estado grave. Embora o grupo tivesse celebrado a ofensiva no momento de sua ocorrência, a confirmação oficial da responsabilidade foi feita apenas nesta terça. Autoridades israelenses informaram que os dois atiradores, que abriram fogo dentro de um ônibus, foram mortos no local.

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