Israel deportou 171 ativistas da Global Sumud Flotilla, incluindo Greta Thunberg, enviados à Grécia e à Eslováquia após tentativa de levar ajuda humanitária a Gaza. O Ministério das Relações Exteriores afirma que os direitos legais foram respeitados e que houve apenas um incidente isolado. Entre os detidos está a deputada brasileira Luizianne Lins, todos em bom estado de saúde.
O Ministério das Relações Exteriores de Israel informou nesta segunda-feira (6) que deportou 171 ativistas que participavam da Global Sumud Flotilla, incluindo a ambientalista Greta Thunberg. As embarcações da iniciativa seguiam para Gaza com intenção de levar ajuda humanitária.
De acordo com o órgão, os deportados são cidadãos de países como Grécia, Itália, França, Irlanda, Suécia, Polônia, Alemanha, Bulgária, Lituânia, Áustria, Luxemburgo, Finlândia, Dinamarca, Eslováquia, Suíça, Noruega, Reino Unido, Sérvia e Estados Unidos.
Em postagem na rede social X, o ministério afirmou que todos os direitos legais dos participantes foram e continuarão sendo respeitados, classificando como “mentiras” a campanha de notícias falsas que teria sido planejada pelos ativistas. Segundo a pasta, o único incidente violento registrado envolveu um provocador do Hamas-Sumud que mordeu uma funcionária da equipe médica da Prisão de Ketsiyot.
Entre os detidos, há brasileiros, incluindo a deputada federal Luizianne Lins (PT), que receberam visitas de diplomatas do Brasil. O Ministério das Relações Exteriores informou que todos apresentam bom estado de saúde, e alguns já sinalizaram interesse em aceitar os termos israelenses para agilizar o processo de deportação.
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