Ivete Sangalo recebeu alta nesta terça-feira após operar o rosto em São Paulo. A cantora sofreu fraturas decorrentes de um desmaio causado por síncope vasovagal e desidratação. Bem-humorada, ela agradeceu ao Dr. Roberto Kalil e confirmou que seguirá a recuperação em casa.
A cantora Ivete Sangalo recebeu alta hospitalar nesta terça-feira (3), após ser submetida a uma cirurgia no rosto no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Internada desde o último domingo (1º), a artista usou os stories do Instagram para tranquilizar os fãs e celebrar o retorno para casa.
No vídeo compartilhado, Ivete aparece ao lado do renomado médico Dr. Roberto Kalil, que foi até o quarto para liberar a paciente. Com seu bom humor característico, a cantora brincou com o especialista antes de receber a notícia positiva.
“Quem é esse gato? Esse é o homem… Roberto Kalil. O gato das coronárias. Eu estou ótima! Olha que gato! Dá um giro aí… Ele está muito chique. Sua moral está alta e eu vou ter alta?”, indagou Ivete. Após a confirmação do médico, ela comemorou: “Glória a Deus! Obrigada por tudo, maravilhosos”.
Entenda o que aconteceu com Ivete Sangalo
Ivete Sangalo revelou que sofreu uma síncope vasovagal na última semana. O episódio provocou um desmaio repentino, resultando na fratura de dois ossos na região da maçã do rosto (zigoma).
A queda ocorreu em Salvador, após a artista enfrentar um quadro de infecção intestinal que gerou diarreia e desidratação severa. Ao perder a consciência, Ivete bateu o rosto no chão, o que tornou a intervenção cirúrgica necessária para a correção das fraturas.
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A síncope vasovagal é um dos tipos mais comuns de desmaio. Ela acontece quando o sistema nervoso autônomo reage de forma exagerada a certos gatilhos, causando uma queda súbita da pressão arterial e da frequência cardíaca. Com a redução momentânea de sangue no cérebro, a pessoa perde os sentidos.
Entre os sintomas que costumam anteceder o desmaio estão tontura, visão turva ou escurecida, suor frio, palidez, náusea, sensação de calor e fraqueza. Diversas situações podem desencadear a síncope vasovagal. Entre elas estão desidratação, jejum prolongado, calor intenso, estresse, dor, ansiedade, privação de sono e permanecer muito tempo em pé.
Quadros de diarreia ou vômito, que levam à perda de líquidos e sais minerais, também podem favorecer o surgimento da condição. O tratamento costuma envolver medidas simples, como hidratação adequada, evitar longos períodos em pé, levantar-se lentamente e reconhecer os sinais iniciais do desmaio para sentar ou deitar antes da perda de consciência.
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