Supostas postagens nas redes sociais reacenderam rumores de que Penélope, a “Japinha do CV”, estaria viva. Prints mostram perfis onde a criminosa afirmaria não ter morrido, o que levou internautas a duvidarem da veracidade do vídeo que mostrava seu corpo após o confronto no Rio. Alguns apontaram diferenças físicas, enquanto outros alertaram sobre perfis falsos criados recentemente. Apesar das especulações, a polícia confirma que Penélope foi morta com um tiro de fuzil na cabeça durante a megaoperação nos complexos da Penha e do Alemão.
Rumores de que Penélope, conhecida como “Japinha do CV”, estaria viva tomaram conta das redes sociais nesta quinta-feira (30). Supostas publicações feitas em perfis atribuídos à criminosa viralizaram no X (antigo Twitter), levantando dúvidas sobre a morte anunciada após a megaoperação policial no Rio de Janeiro.
De acordo com prints compartilhados por usuários, Penélope teria publicado fotos ao lado de um homem com a legenda “vivona”. Em outro vídeo, um amigo supostamente conversa com a “Japinha do CV” que afirma: “Tô viva, eu não morri, não” e ainda cobra uma dívida “tu me deve 2 mil”.
As imagens geraram grande repercussão e levaram internautas a questionarem a autenticidade do vídeo que mostrava o corpo da criminosa baleado. Alguns apontaram diferenças físicas, como o tamanho dos pés, ausência de tatuagem no pulso e até traços masculinos no corpo filmado. “Tá claro que ela tá viva”, escreveu uma usuária. Outra comparou as mãos do corpo exibido no vídeo e concluiu: “As unhas dela são longas e os dedos finos. No vídeo, o corpo tem mão de pedreiro”.
Apesar das especulações, usuários também alertaram sobre a criação de diversos perfis falsos com o nome da traficante. “Só conta criada ontem. Galera não perde tempo mesmo”, comentou um internauta, reforçando a hipótese de que as postagens não são verdadeiras.
A Polícia Civil, no entanto, confirmou a morte de Penélope durante o confronto nos complexos da Penha e do Alemão, na última terça-feira (28). Segundo as investigações, ela estava vestida com roupa camuflada e colete tático quando foi atingida por um tiro de fuzil na cabeça. Conhecida como uma das principais combatentes do Comando Vermelho, a “Japinha do CV” morreu após resistir à abordagem policial durante a operação mais letal da história do Rio de Janeiro.
