O atacante Yuri de Carvalho Silva, jogador do Goytacaz, tem a chance de se tornar campeão da Série B2 do Campeonato Carioca após deixar a prisão, onde cumpriu pena por tráfico de drogas.
O jogador foi preso em 2018 e passou sete anos detido. Ele deixou a cadeia em maio deste ano, após a progressão para o regime aberto, e retomou a rotina profissional, mas segue sendo monitorado pelas autoridades do estado do Rio de Janeiro.
O atacante Yuri de Carvalho Silva, jogador do Goytacaz, tem a chance de se tornar campeão da Série B2 do Campeonato Carioca após deixar a prisão, onde cumpriu pena por tráfico de drogas.
O jogador foi preso em 2018 e passou sete anos detido. Ele deixou a cadeia em maio deste ano, após a progressão para o regime aberto, e retomou a rotina profissional, mas segue sendo monitorado pelas autoridades do estado do Rio de Janeiro.
No último domingo (30), Yuri entrou em campo pelo Goytacaz na partida contra o Macaé Esporte Futebol Clube, válida pela competição. Imagens da transmissão do Cariocão TV mostram a tornozeleira eletrônica na perna esquerda do atleta. A partida terminou empatada em 1 a 1.
A final da Série B2 está marcada para o próximo domingo (7), no estádio Aryzão, em Campos dos Goytacazes. Caso o time vença o confronto, Yuri poderá erguer o título usando o equipamento de monitoramento em campo.
Prisão do jogador
Yuri foi preso em 2018, quando atuava pelo Campos Atlético Associação, durante a Operação Verde Oliva. Na ocasião, a Polícia Civil do Rio de Janeiro afirmou que o jogador utilizava sua influência no meio esportivo para comercializar entorpecentes. Além dele, outras 27 pessoas foram detidas na mesma operação.
Tornozeleira em campo
O Goytacaz chegou a solicitar à Vara de Execuções Penais do Rio de Janeiro a retirada da tornozeleira para que o atleta jogasse sem o equipamento. No entanto, o pedido ainda não foi atendido.
Apesar disso, o regulamento da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro não estabelece qualquer proibição ao uso de tornozeleira eletrônica em partidas oficiais. Dessa forma, o acessório não impede juridicamente a atuação do jogador nos gramados.