Segundo a mãe de Daniel, Mariene Ferreira, ele começou a passar mal após participar de um churrasco com amigos.
Segundo a mãe de Daniel, Mariene Ferreira, ele começou a passar mal após participar de um churrasco com amigos.
“Quando foi no outro dia, meu filho começou a sentir dor de cabeça e mal-estar. Foi no médico, aí tudo bem. Quando foi de madrugada, 1h30, levou ele de novo ao hospital. No meio da rua, teve convulsão. Quando chegou lá, já estava entubado”, contou Mariene em entrevista à TV Globo.
De acordo com as autoridades, Daniel é a única morte confirmada por metanol entre três casos investigados na cidade. Outros dois óbitos ainda são tratados como suspeitos e a polícia segue investigando.
Ela disse ainda que o filho ajudava a família e sonhava em construir uma vida melhor com a esposa e a filha. “Ele ajudava todo mundo. Era o sonho da vida dele ter um filho. Teve uma filha e curtiu 11 meses”, relatou emocionada.
Fabricação clandestina e investigações
De acordo com a Polícia Civil e a Vigilância Sanitária, cerca de 70 caixas de gin foram apreendidas em um fornecedor que teria vendido bebidas adulteradas a bares da região. Um dono de adega também foi preso por comercializar produtos vencidos. As investigações apontam para a atuação de fábricas clandestinas e revendedores ilegais que abasteciam bares e adegas com bebidas falsificadas.
Policiais do Departamento de Polícia Judiciária da Macro São Paulo (Demacro) analisam seis celulares apreendidos em São Bernardo do Campo. O objetivo é identificar ligações entre uma fábrica clandestina de bebidas, localizada no bairro Alvarenga, e uma distribuidora no Sacomã, que é a mesma que teria fornecido o lote de bebidas servidas a Bruna Araújo (30), que também morreu intoxicada, junto com dois amigos, após beber em um bar da região.
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