A morte de Marilha Menezes Antunes, durante um procedimento estético na última segunda-feira (8), em uma clínica de Campo Grande, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, deixou familiares em choque e levantou dúvidas sobre o que teria provocado o desfecho trágico. O médico responsável pelo atendimento, José Emílio de Brito, afirmou aos parentes que também foi surpreendido pelo ocorrido e relatou como se deram as tentativas de reanimação.

Foto: Reprodução
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A morte de Marilha Menezes Antunes, na tarde da última segunda-feira (8), durante um procedimento estético em uma clínica de Campo Grande, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, deixou familiares em choque e levantou dúvidas sobre o que teria provocado o desfecho trágico. O médico responsável pelo atendimento, José Emílio de Brito, afirmou aos parentes que também foi surpreendido pelo ocorrido e relatou como se deram as tentativas de reanimação.

Segundo o relato, a ação de socorro foi rápida e incluiu a intubação da paciente, momento em que chegou a ser detectado pulso femoral. “Fizemos todo o possível, o atendimento foi imediato, intubamos rápido e em determinado momento ainda conseguimos identificar pulso femoral”, disse o médico.

Durante a conversa, ele explicou que trabalha na área de emergência e emocionou os familiares ao contar que já havia perdido uma filha no Hospital Municipal Miguel Couto anos atrás. “Eu entendo a dor de vocês, porque também perdi uma filha em um hospital, e sei o quanto é devastador. Existem várias possibilidades para essa morte, mas só a necropsia poderá apontar a causa real”, completou.

Além do médico, uma socorrista do SAMU conversou com a família e detalhou que o processo de reanimação durou cerca de 1h30. A profissional orientou sobre os trâmites funerários e reforçou a importância de acionar a polícia para a realização da necropsia, etapa necessária para confirmar o que motivou a morte da jovem.

Família acusa clínica de falta de estrutura adequada e levanta suspeita de negligência no procedimento

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