O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) definiu, nesta segumda-feira (30), que Leonardo Barchini assumirá o Ministério da Educação (MEC) no decorrer do último ano de seu atual mandato.

Leonardo Barchini assumirá o MEC (Foto: Ricardo Stuckert / PR)
Leonardo Barchini assumirá o MEC (Foto: Ricardo Stuckert / PR)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) definiu, nesta segunda-feira (30), que Leonardo Barchini assumirá o Ministério da Educação (MEC) no decorrer do último ano de seu atual mandato.

Secretário-executivo da pasta, Barchini deixará seu posto para assumir o principal papel do MEC, no lugar do ministro Camilo Santana, que concorrerá às eleições em outubro de 2026.

Durante evento de balanço do Ministério, em Brasília, Lula pediu ao futuro ministro que dê continuidade aos investimentos na área em todo o país. Durante a cerimônia, ocorreu a inauguração simultânea de 107 obras de educação.

“Não posso escolher um ministro novo, que não estava na área, para ele entrar querer fazer um novo projeto. Quem vai ficar no lugar é alguém que sabe o que está acontecendo naquele ministério para a gente não inventar nada de novo, porque a gente agora só tem que concluir o que a gente começou a fazer”, disse o presidente.

Segundo o governo federal, os investimentos somam R$ 413,49 milhões provenientes do novo PAC e de recursos próprios do MEC.

Até o final de seu mandato, Lula pretende alcançar a marca de 100% das escolas com acesso a internet no Brasil. O percentual registrado em 2023 foi de 45,4%. Atualmente, o número supera 71% das unidades de ensino com acesso.

Evento em Brasília

Camilo Santana foi um dos nomes presentes no evento desta segunda-feira. Ele entregará a pasta oficialmente até o final da semana, prazo-limite para que possa concorrer às eleições. O cargo a disputar ainda não foi divulgado.

Outros nomes do governo também marcaram presença, como a primeira-dama, Janja Silva, os ministros Rui Costa (PT), da Casa Civil, Frederico Siqueira (União Brasil), das Comunicações, Margareth Menezes, da Cultura, Gleisi Hofmann (PT), da Secretaria de Relações Humanas, entre outros, além do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos).

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