Os adolescentes Victor Bruno e Welison Ferreira da Silva estão desaparecidos desde o dia 20 de outubro, após saírem de casa em Timon (MA) para visitar as namoradas.
Passada uma semana sem notícias, as famílias cobram mais empenho da polícia nas buscas.
Em entrevista à TV Lupa1, Antônia Carine, mãe de Victor, relatou o desespero e afirmou não ter recebido informações concretas das autoridades.
Segundo familiares, os jovens foram chamados pelas namoradas Raiane e Raquel para levar leite para a filha de uma delas e desapareceram depois do encontro.
A mãe também disse ter recebido relatos de que os adolescentes foram ameaçados por pessoas ligadas às meninas. Ela destacou que o filho era “tranquilo e caseiro” e que não tinha envolvimento com drogas ou crimes.
A Polícia Civil do Maranhão investiga o caso, mas até o momento não há pistas sobre o paradeiro dos rapazes. Familiares pedem que quem tiver informações entre em contato pelo número (99) 9 9150-3777.
Os adolescentes Victor Bruno e Welison Ferreira da Silva estão desaparecidos desde o dia 20 de outubro, em Timon, no Maranhão, após saírem de casa para visitar as namoradas. Passados mais de oito dias, as famílias seguem sem respostas e pedem agilidade nas investigações.
Em entrevista à TV Lupa1, Antônia Carine, mãe de Victor Bruno, cobrou maior empenho das autoridades.
“A gente não sabe onde procurar, ninguém nos dá informação. Está muito difícil”, desabafou.
Segundo os familiares, os rapazes tinham um relacionamento com duas jovens, Raiane e Raquel, e costumavam visitá-las com frequência. No dia do desaparecimento, elas teriam pedido que levassem leite para a filha de Raquel, uma bebê de oito meses. Após o encontro, os meninos não retornaram e não fizeram mais contato.
A mãe de Victor relatou ainda ter recebido informações de que pessoas próximas às meninas teriam ameaçado os adolescentes.
“Elas disseram à polícia que estavam sendo ameaçadas, que ou eram elas ou eram eles”, contou.
Jovem ‘tranquilo e caseiro’
Dona Antônia afirmou que o filho não tem envolvimento com drogas ou criminalidade e o descreveu como um jovem “tranquilo e caseiro”.
“Quem o conhece sabe que ele não mexia com nada errado. Era um menino de dentro de casa”, destacou.
O caso está sob investigação da Polícia Civil do Maranhão, mas nenhuma pista concreta sobre o paradeiro dos dois foi confirmada até o momento.
As famílias continuam em busca de informações e fazem um apelo à população.
