A mãe dos irmãos Agatha Isabelle e Allan Michael contestou a estratégia da Polícia Civil, que concentrou as buscas apenas na mata sem encontrar nenhum vestígio. Clarice revelou que o primo das crianças relatou a presença de um homem com trajes de vaqueiro que ofereceu bombons aos menores antes do sumiço. A família agora exige que as autoridades expandam a linha de investigação e não encerrem o caso.
A busca pelo paradeiro de Agatha Isabelle e Allan Michael, as crianças desaparecidas em Bacabal, completaram quatro meses desde o desaparecimento em 4 de janeiro. A mãe das crianças, Clarice, revelou em entrevista ao ‘Eita Bacabal’, que o sobrinho Kauan, primo das crianças que desapareceu com eles, tem recordado dos momentos vividos, mas que não pode forçá-lo a falar sobre o caso.
Durante a entrevista, ela manifestou discordância em relação à linha de investigação adotada pela Polícia Civil. Clarice defende que elementos cruciais apresentados pela família ainda não receberam a devida atenção das autoridades e pede a continuidade intensiva nas buscas.

Caso das crianças desaparecidas segue sem solução após meses de buscas. Foto: Redes sociais.
Crianças seguem desaparecidas
A mãe das crianças baseia-se em informações compartilhadas por Kauan, que teria relato ao irmão mais velho de Agatha e Allan sobre o que teria acontecido no dia do desaparecimento das crianças. Segundo Clarice, um homem desconhecido teria abordado as crianças oferecendo doces na região da mata. Ainda no relato, o suspeito usava roupas típicas de vaqueiro e tentou atrair as crianças com a oferta de bombons.
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Apesar do relato feito pelo sobrinho, Clarice ressaltou a lucidez e a inteligência de Kauan, mas devido ao ocorrido ela evita de pressioná-lo a contar o que sabe. Em outro aspecto, ela contesta a ação da polícia em se limita somente a região da mata nas buscas pelos filhos.
Assista o vídeo:
Emocionada, Clarice utilizou o espaço para faze um apelo público às autoridades pedindo que não parem com as buscas até que encontrem as crianças. A expectativa é que a Polícia Civil passe considerar o depoimento do sobrinho e busquem pelo suspeito que teria ofertado doces para as crianças.
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