Mais de 16 anos após o desaparecimento e assassinato de Eliza Samudio, a mãe da ex-modelo voltou a emocionar as redes sociais. Em uma publicação, Sônia de Fátima afirmou que ainda convive com um luto sem fim por nunca ter conseguido se despedir da filha. O corpo de Eliza jamais foi encontrado, e a mãe diz que continuará buscando respostas e justiça.

Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

A mãe de Eliza Samudio voltou a emocionar as redes sociais ao publicar um desabafo sobre a dor que ainda carrega desde o desaparecimento e assassinato da filha. Em uma mensagem compartilhada neste fim de semana, Sônia de Fátima afirmou que, passados mais de 16 anos do crime, ainda sonha com o dia em que poderá dar um enterro digno à ex-modelo.

Bruno Fernandes (Reprodução/Redes Sociais)

“Até hoje eu busco respostas. Os anos passaram, mas a dor de uma mãe nunca passa. Levaram minha filha de forma cruel, e eu sigo convivendo com a ausência, com a saudade e com um luto que nunca teve um fim. Eu nunca pude me despedir da Eliza”, escreveu.

Leia também:

Na publicação, Sônia também afirmou que sua luta vai além da busca por respostas sobre o paradeiro do corpo da filha.

Acesse o canal BNTV no YouTube

“A minha luta não é apenas pela memória da Eliza. É por verdade, por justiça e para que nenhuma outra mãe precise carregar a dor que eu carrego todos os dias. Enquanto eu viver, continuarei buscando respostas. Continuarei lutando. Continuarei honrando a memória da minha filha”, completou.

Assista ao vídeo:

Relembre o caso de Eliza Samudio

O desaparecimento de Eliza Samudio se tornou um dos crimes de maior repercussão da história recente do país. A ex-modelo desapareceu em junho de 2010, depois de afirmar que buscava o reconhecimento da paternidade de seu filho. As investigações concluíram que ela foi assassinada, embora seu corpo jamais tenha sido localizado.

O ex-goleiro Bruno Fernandes foi condenado como um dos mandantes do crime, enquanto outros envolvidos também receberam condenações por participação no sequestro, homicídio e ocultação de cadáver. Apesar das sentenças, o paradeiro dos restos mortais de Eliza continua desconhecido, circunstância que prolonga o sofrimento da família e impede que a mãe realize um último desejo: sepultar a filha e encerrar, ao menos simbolicamente, um luto que permanece aberto há mais de uma década.

Leia mais no Bacci Notícias:

Vídeos curtos

Mais lidas