A Polícia Civil do Maranhão passou a considerar a mãe e o padrasto como suspeitos no desaparecimento dos irmãos Ágatha Isabelly e Allan Michael, em Bacabal. Contradições nos depoimentos e a demora em comunicar o sumiço motivaram a decisão. As buscas entram no 19º dia com apoio das Forças Armadas.

Foto: Reprodução
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As buscas pelas crianças desaparecidas — os irmãos Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4 anos — em Bacabal, no interior do Maranhão, chegaram nesta quinta-feira (22) ao 19º dia com apoio do Corpo de Bombeiros do MA, do Exército e da Marinha. Mas a Polícia Civil do MA fez uma revelação bombástica envolvendo a mãe e o padrasto dos menores.

Comandante dos Bombeiros faz apelo durante buscas por crianças desaparecidas em Bacabal

Isso porque as investigações policiais passaram a tratar os dois como suspeitos. O motivo é que o casal apresentou versões diferentes em seus depoimentos sobre o dia em que as crianças sumiram, no último dia 4 de janeiro.

Outro fator importante para eles passarem a ser tratados como suspeitos é que não iniciaram a busca pelos menores imediatamente após o sumiço, alegando que foram orientados por populares a esperarem 24 horas para procurarem ajuda.

Novos depoimentos sobre o caso Bacabal

Por conta disso, os dois tiveram que prestar novos depoimentos na Polícia Civil do Maranhão. Porém, as autoridades afirmaram que os detalhes das novas oitivas não serão divulgados.

De qualquer forma, a Polícia Civil do MA não descarta nenhuma linha de investigação até o momento. Enquanto isso, as buscas por Ágatha Isabelly e Allan Michael seguem rios e matas a dentro.

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