Uma mulher foi presa em flagrante após a morte da filha de dois meses, que chegou à UPA de Padre Miguel, na Zona Oeste do Rio, com sinais de agressão e queimaduras de cigarro neste domingo (19).
A bebê não resistiu aos ferimentos, e a mãe, identificada como Débora, foi autuada por tortura. A filha mais velha, de oito anos, foi encaminhada ao Conselho Tutelar.
Testemunhas relataram que a mulher aparentava estar sob efeito de drogas, o que ela nega, afirmando ter tomado apenas diazepam. Um irmão da suspeita disse acreditar que outras pessoas possam estar envolvidas no caso.
O pai das crianças está preso por outro crime, e a Delegacia de Homicídios da Capital investiga as circunstâncias da morte.
Uma mulher foi presa em flagrante após a morte da filha de dois meses, que chegou à UPA de Padre Miguel, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, com sinais de violência e queimaduras de cigarro, na madrugada deste domingo (19). A bebê não resistiu aos ferimentos.
A mãe, identificada apenas como Débora, foi detida e vai responder por tortura. A filha mais velha, de oito anos, foi encaminhada ao Conselho Tutelar de Bangu.
De acordo com testemunhas, a mulher aparentava estar sob efeito de drogas quando levou as crianças para atendimento médico. Policiais do 14º BPM (Bangu) foram acionados e confirmaram a morte da bebê, acionando a Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), responsável pela investigação.
Em entrevista ao site Agenda do Poder, o irmão da suspeita afirmou ter conversado com ela na delegacia e relatou a versão apresentada pela mãe.
Segundo Débora, a bebê e a irmã dormiram, e quando ela acordou, o bebê estava no chão, já com sinais de agressão.
“A pergunta é: por que só fizeram isso com a neném? Por que só ela sofreu essa tortura?”, questionou o homem, que acredita que outras pessoas possam estar envolvidas no caso.
Ele também negou que a irmã estivesse sob efeito de drogas, dizendo que ela teria tomado apenas diazepam, um medicamento para dormir.
“Não estou defendendo minha irmã, mas acredito que ela não agiu sozinha”, afirmou.
A Polícia Civil informou que o pai das crianças já estava preso por outro crime. O corpo da bebê foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Campo Grande, e a DHC segue investigando as circunstâncias da morte e a participação da mãe.
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