Um incêndio destruiu uma casa e matou três pessoas de uma mesma família na madrugada desta segunda-feira (10), em Rochedo, cidade a cerca de 80 km de Campo Grande. As vítimas são um adolescente de 14 anos, a mãe dele, de 37, e a avó, de 83.

Perícia analisa as causas do incêndio que matou três pessoas da mesma família em Rochedo, a 80 km de Campo Grande. Foto: Polícia Civil MS.
Perícia analisa as causas do incêndio que matou três pessoas da mesma família em Rochedo, a 80 km de Campo Grande. Foto: Polícia Civil MS.

Um incêndio destruiu uma casa e matou três pessoas de uma mesma família na madrugada desta segunda-feira (10), em Rochedo, cidade a cerca de 80 km de Campo Grande. As vítimas são um adolescente de 14 anos, a mãe dele, de 37, e a avó, de 83.

Segundo a Polícia Civil, o fogo começou por volta das 23h30 de domingo (9). As causas ainda são investigadas. O delegado Jarley Inácio de Souza, responsável pelo caso, afirmou que ainda não é possível dizer se o incêndio foi criminoso ou acidental.

“Foi registrado como morte a esclarecer e morte por causa indeterminada. Até o momento, não descartamos nenhuma hipótese”, disse o delegado.

Os peritos foram acionados e devem analisar tanto os corpos quanto a estrutura da casa. Uma perícia de engenharia elétrica também foi solicitada para verificar se houve curto-circuito na rede.

Casa ficou destruída

As chamas atingiram principalmente os quartos onde dormiam a avó e o neto, que ficaram completamente destruídos. A cozinha e a sala também foram danificadas, e o telhado desabou.

De acordo com a polícia, nenhum vizinho relatou ter ouvido gritos durante o incêndio. As equipes seguem ouvindo testemunhas e analisando imagens de câmeras de segurança da região para tentar entender o que provocou a tragédia.

“Ainda não sabemos se as vítimas morreram por queimaduras, inalação de fumaça ou outro motivo. Tudo está sendo apurado”, completou o delegado.

Suspeito foi ouvido e liberado

Um ex-namorado da mulher de 37 anos chegou a ser levado para prestar depoimento, mas foi liberado após apresentar um álibi. Ele alegou que estava acompanhado de outras pessoas no momento do incêndio.

“Todo mundo é suspeito até que o caso seja totalmente esclarecido. Ele colaborou, autorizou acesso ao celular e não ofereceu resistência”, disse Jarley.

A Polícia Civil segue investigando o caso.

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