Jamila Santos Alves, de 23 anos, foi morta na madrugada desta terça-feira (18) após ser atraída pelo próprio marido para um encontro na Praia do Riacho, em Guarapari. O homem, de 35 anos, prometeu uma conversa e um presente para convencê-la a ir ao local, mas a atacou com golpes de garrafa no pescoço e na cabeça. O corpo da jovem foi encontrado por moradores pela manhã. Três horas depois, o suspeito confessou o crime e foi preso em flagrante pela DHPP, que já havia identificado sinais de um relacionamento conturbado e tentativas anteriores de separação por parte da vítima. Ele foi autuado por feminicídio e permanece à disposição da Justiça.
Uma jovem de 23 anos foi atraída para um encontro pelo próprio marido e morta com golpes de garrafa na madrugada desta terça-feira (18), na Praia do Riacho, em Guarapari, no Espírito Santo. A vítima, Jamila Santos Alves, foi encontrada por moradores por volta das 8h30, já sem vida, com ferimentos no pescoço e na cabeça.
Segundo a Polícia Civil, o marido da jovem, de 35 anos, confessou o feminicídio três horas depois e foi preso em flagrante. Ele não teve o nome divulgado. Inicialmente, o homem chegou a ir ao local do crime e disse aos policiais que aguardava Jamila chegar do trabalho, mas que ela não havia retornado para casa.
As investigações da Divisão Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) apontaram rapidamente o companheiro como principal suspeito. Ele foi localizado no bairro Praia do Morro, por volta das 11h, carregando objetos pessoais da vítima. Ao ser confrontado, confessou ter cometido o crime usando uma garrafa.
Não aceitava o fim do relacionamento
De acordo com o delegado Franco Malini, o homem disse que não aceitava o fim do relacionamento. Ele teria convencido Jamila a ir até a praia após o trabalho, por volta da meia-noite, prometendo uma conversa definitiva e um presente. O casal vivia um relacionamento conturbado, e a jovem já havia tentado encerrar a relação em outras ocasiões.
O suspeito foi autuado por feminicídio consumado e encaminhado ao presídio, onde permanece à disposição da Justiça. O corpo de Jamila foi levado ao Instituto Médico-Legal (IML) para necropsia e liberação à família.
A Polícia Civil reforça que casos de violência contra a mulher podem ser denunciados pelos números 180 (Central de Atendimento à Mulher) e 190 (emergência policial).
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